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Transporte

26/03/2020 - 11h38min. Alterada em 26/03 às 11h44min

Empresas de ônibus de Porto Alegre alegam dificuldade para pagar salários

Movimento de passageiros caiu com as medidas restritivas impostas pela pandemia de coronavírus

Movimento de passageiros caiu com as medidas restritivas impostas pela pandemia de coronavírus


Bruna Oliveira/Especial/JC
Diante da crise provocada pela pandemia do Covid-19, o Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) informa que as empresas de ônibus não terão condições de pagar na integralidade os salários de seus funcionários no início do mês de abril. “O salário é a última coisa que se quer deixar de honrar. Mas, neste momento de pandemia, com a queda de quase 80% no número de passageiros, não há receita para o pagamento da folha”, sustenta o assessor jurídico do Seopa, Alceu Machado.
Diante da crise provocada pela pandemia do Covid-19, o Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa) informa que as empresas de ônibus não terão condições de pagar na integralidade os salários de seus funcionários no início do mês de abril. “O salário é a última coisa que se quer deixar de honrar. Mas, neste momento de pandemia, com a queda de quase 80% no número de passageiros, não há receita para o pagamento da folha”, sustenta o assessor jurídico do Seopa, Alceu Machado.
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Conforme dados da entidade, embora a operação tenha sido reduzida, ainda não está no mesmo patamar de queda do número de passageiros. Enquanto a diminuição de usuários ficou próxima dos 80%, a redução na operação das empresas privadas ficou em cerca de 35%.
A empresa afirmou, através de nota, que a exigência de reforçar linhas em horário de pico e de evitar aglomerações, sem passageiros em pé, a fim de diminuir a chance de contágio pelo coronavírus "chegou ao limite do possível em alteração de tabela horária, mantendo a prudência”.
Uma das medidas sugeridas pelas empresas de ônibus para minimizar os efeitos da crise seria um subsídio para pagamento dos salários ou isenção de tributos sobre insumos do transporte coletivo. “Se houvesse isenção de ICMS sobre o combustível, por exemplo, que é o segundo maior custo do sistema, já daria um respiro às empresas”, destacou Machado.