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Governo Federal

25/03/2020 - 20h20min. Alterada em 25/03 às 20h20min

Mandetta diz que vacina contra gripe tem problemas de logística e alta demanda

A dificuldade é maior neste ano devido à antecipação da campanha, diz ministro

A dificuldade é maior neste ano devido à antecipação da campanha, diz ministro


MARCOS CORRÊA/PR/JC
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), disse nesta quarta-feira (25) que a entrega de novos lotes de vacina contra a gripe sofre impacto de questões de logística e da alta demanda nos estados. Ele afirma, porém, que todas as doses serão distribuídas.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM), disse nesta quarta-feira (25) que a entrega de novos lotes de vacina contra a gripe sofre impacto de questões de logística e da alta demanda nos estados. Ele afirma, porém, que todas as doses serão distribuídas.
Segundo ele, a dificuldade é maior neste ano devido à antecipação da campanha, em geral marcada para abril.
A medida ocorre como estratégia para garantir a proteção de grupos vulneráveis contra a gripe em meio ao avanço do novo coronavírus.
"Geralmente trazemos (os lotes), fazemos um estoque grande, e o estado vai usando e vamos mandando. Neste ano, para antecipar a campanha, a partir do momento que vou recebendo, vou mandando aos estados. Não faço um estoque regulador. Se faço um estoque, só posso iniciar em abril", disse.
De acordo com o ministro, o total enviado em uma primeira etapa correspondeu ao total previsto para vacinação de idosos e profissionais de saúde em cada estado.
"Mas tem estado que acabou em seis horas, outros em dez, doze horas. Por vários motivos. Um foi a enorme adesão. Outro critério foi que teve estado que disse: vamos vacinar criança, quem procurar. E não fez os idosos e profissionais de saúde na integridade."
"Me ligam e falam assim: manda mais amanhã de manhã. Não é assim que vai funcionar. Vamos recebendo e mandando os lotes para frente. Às vezes vai acontecer [atraso]", afirmou.
Ao todo, estão previstas a entrega de 75 milhões de doses em toda a campanha. Ele fez um apelo para que o cronograma de vacinação seja vacinado para os diferentes públicos a quem a vacina é recomendada.
"Se todo mundo obedecer o calendário, vai dar certinho para quem a gente precisa mais proteger", afirmou. "Mas também tem problema de logística para fazer isso."