Porto Alegre, quinta-feira, 19 de março de 2020.

Jornal do Comércio

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indústria calçadista

Notícia da edição impressa de 19/03/2020. Alterada em 19/03 às 03h00min

Abicalçados busca minimizar efeitos do novo coronavírus

Preocupada com os efeitos econômicos do avanço do novo coronavírus no Brasil, a Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados) tem mobilizado calçadistas no sentido de minimizar os danos da pandemia na atividade.
Preocupada com os efeitos econômicos do avanço do novo coronavírus no Brasil, a Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados) tem mobilizado calçadistas no sentido de minimizar os danos da pandemia na atividade.
Em reunião de emergência realizada terça-feira, em Novo Hamburgo, os calçadistas definiram orientações para fabricantes, para a precaução quanto à saúde dos colaboradores, como higienização dos ambientes de trabalho, transportes, redução de viagens e visitas, entre outras questões.
Na oportunidade, também foram elencados os pleitos que estão sendo levados ao governo federal, no sentido de minimizar os impactos sobre a produção do setor calçadista nacional, que emprega diretamente mais de 270 mil pessoas em todo o País. "Preservando a atividade, conseguimos também preservar o emprego dessas milhares de pessoas, que dependem do setor", destacou o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.
Entre os pleitos enviados aos poderes públicos, trabalhados em conjunto com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), estão: a postergação do pagamento dos tributos federais, cabendo às Federações das Indústrias realizar o pleito nos seus estados de atuação; a postergação dos vencimentos de empréstimos/financiamentos junto aos bancos públicos; e medidas para facilitar as negociações de férias coletivas com vistas à preservação das vagas.
"A crise provocada pela pandemia certamente irá atrasar, ainda mais, reformas importantes para o setor e que estavam bem encaminhados, caso da reforma tributária. Esta não ocorrendo, portanto, é fundamental a ampliação do prazo de fruição da desoneração da folha de pagamentos, bem como a ampliação da alíquota do Reintegra, hoje, em apenas 0,1%", frisou Ferreira.