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Pesquisa

- Publicada em 03h41min, 16/07/2019. Alterada em 16h26min, 14/07/2020.

Consolidação das compras on-line e mais acesso aos aplicativos de bancos

Pessoas deixaram de ir a lotéricas, optando cada vez mais pelo uso dos apps

Pessoas deixaram de ir a lotéricas, optando cada vez mais pelo uso dos apps


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Caren Mello
O uso das tecnologias também foi um item notado no levantamento realizado pelas equipes da ESPM. Observou-se que as pessoas deixaram de ir a lotéricas, optando pelos aplicativos de bancos. Houve um aumento do número daqueles que acessam os bancos on-line mais de uma vez a cada semana.
O uso das tecnologias também foi um item notado no levantamento realizado pelas equipes da ESPM. Observou-se que as pessoas deixaram de ir a lotéricas, optando pelos aplicativos de bancos. Houve um aumento do número daqueles que acessam os bancos on-line mais de uma vez a cada semana.
Dentro do uso de tecnologias, a pesquisa apontou ainda que as compras pela internet estão com seus índices consolidados. O perfil manteve-se praticamente inalterado, com uma pequena oscilação dentro da margem de erro. O uso do celular para compras, porém, ganhou adeptos. O índice dos que "nunca compram" diminuiu de 53% para 46%, e o número de pessoas que "às vezes compram" aumentou (30% para 39%).
Na combinação das duas características - bancos on-line e aplicativos - a pesquisa apurou um aumento substancial na adesão das novas instituições financeiras sem agências físicas. Cresceu em 10% o número de pessoas que trocaram suas instituições por bancos on-line.
Os serviços por aplicativos começam a ser uma constante na vida dos moradores da cidade. Ouvir música através dele já é hábito mais do que semanal da maioria da população ouvida: 54%. A entrega de comida e de medicamentos também aparece com destaque.
Em relação às atividades físicas, o porto-alegrense manteve os índices de uso de academias. Porém, apurou-se que aumentou o daqueles que se exercitam semanalmente. "O que permite presumir que as pessoas estão correndo e caminhando nos parques e jogando futebol na rua", acrescenta a pesquisadora Liliane Rohde.
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A pesquisa da ESPM incluiu no levantamento deste ano a ida aos supermercados. Neste caso, constatou-se que o hábito do morador da Capital não é mais, como antigamente, o de fazer ranchos mensais. A maioria dos consumidores (59%) vai mais de uma vez por semana para pequenas compras.
Outro destaque da pesquisa é o uso dos aplicativos para compra de roupas e calçados. O número de pessoas que compram itens de vestuário mensalmente chegou a 32%, índice que era de 13% há dois anos. Este movimento pode ser explicado pelo fato de ter-se uma maior presença de jovens e de representantes da classe B nos locais pesquisados.
No que se refere ao hábito de pesquisar na internet antes da compra, contata-se que 50,5% das pessoas pesquisam sempre antes de comprar. Outro destaque do levantamento diz respeito às compras pela internet. De maneira geral, 85% dos entrevistados costumam adquirir produtos de maneira presencial e 15%, on-line. A possibilidade ou a necessidade eventual de trocar o produto é que leva os consumidores até as lojas físicas.
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