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Porto Alegre, quarta-feira, 06 de novembro de 2019.

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05/11/2019 - 16h04min. Alterada em 06/11 às 09h33min

Como se planejar financeiramente para as férias de fim de ano

O fim do ano se aproxima e, com ele, vem também o desejo de descansar após uma intensa rotina de trabalho, estudos e muitas tarefas. Aproveitar as férias para relaxar e viajar com a família ou com os amigos é sempre uma boa opção. Mas colocar esta ideia em prática requer planejamento financeiro.
Não é preciso desistir da viagem de férias por conta do dinheiro. Para quem planeja um passeio, a dica é se organizar para fazer com que os custos caibam dentro do orçamento. Também é importante se preparar para que ao retornar das férias, a vida financeira não entre em desequilíbrio. Por isso, primeiramente, o ideal é colocar na ponta do lápis todos os gastos.
Anote todas as despesas
Passe para o papel o valor total da sua despesa mensal. Vale ressaltar que será necessário ter o dinheiro para pagar as contas de dois meses, aquele no qual será realizada a viagem e no seguinte a ela.
Uma orientação importante é que se a viagem for realizada em dezembro, é preciso lembrar que em janeiro há despesas extras como IPTU, IPVA e matrícula escolar. Todos estes valores devem constar no planejamento.
Após realizar estas contas, o próximo passo é pensar a viagem. Para definir o destino, converse com todos os viajantes. É aconselhável que a família, o casal ou o grupo de amigos tenha três destinos em mente que sejam diferentes em relação ao preço e à distância. Assim, será possível analisar o melhor, conforme o período do ano e a situação financeira.
Outra questão a ser avaliada é qual será o período dentro das férias em que a viagem irá ocorrer. Vale pesquisar, por exemplo, se há diferença no preço das passagens caso a viagem seja feita numa segunda-feira ou numa quarta-feira, por exemplo.
Com estas informações, será possível pesquisar valores de hotéis, pousadas, companhias aéreas, passeios e pacotes de agências de turismo, entre outros. A partir desta pesquisa é que serão estimados os gastos com a viagem. Não é possível fazer cálculos exatos, mas garantir uma estimativa.
Desta forma, basta somar o valor das despesas para dois meses com o custo total estimado para a viagem. Este é o dinheiro total necessário para garantir o descanso das férias e um retorno sem desequilíbrio financeiro.
Para arcar com estes gastos, além de contar com a renda mensal, uma alternativa interessante é começar a poupar. Até a data da viagem é possível economizar com as despesas que não são fixas. Reduzir os gastos nas compras do supermercado aproveitando promoções, demorar menos tempo no chuveiro para diminuir a conta de energia, pagar boletos à vista para pleitear descontos e eliminar gastos supérfluos são boas estratégias.
Mas apenas poupar pode não ser suficiente, por isso, o ideal é fazer o dinheiro economizado render. Neste sentido, a primeira ideia a ser descartada é a caderneta de poupança. Isto porque o cenário econômico nacional, no qual os juros estão em baixa, não favorece este tipo de aplicação e não há expectativas de que a situação seja modificada. A melhor alternativa é investir.
Como investir 
Para começar a investir para as férias é necessário conhecer os produtos financeiros disponíveis no mercado. Veja algumas opções:
Tesouro Direto
Os títulos do Tesouro Direto têm a garantia do Tesouro Nacional, logo, se configuram como o tipo de investimento mais seguro que o mercado pode oferecer atualmente. Além disso, também é a opção mais democrática, visto que é possível começar a investir com R$ 30. Os papéis variam conforme a rentabilidade, e basicamente, existem três diferentes categorias: os indexados ao Índice de Preço ao Consumidor (IPCA), à Selic e os prefixados. Todos são mais rentáveis do que a caderneta de poupança.
Certificado de Depósito Bancário (CDB)
Além de oferecer uma rentabilidade superior à caderneta de poupança, possui a vantagem de ter a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Também pode ter liquidez diária.
Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA)
A rentabilidade é superior à caderneta de poupança, garantem a isenção de tributos e a cobertura do FGC. Também podem ter liquidez diária.
Para começar a investir, é aconselhável buscar a orientação de uma plataforma de investimentos, para auxiliar na escolha do produto que será compatível com o seu objetivo e perfil de investidor.
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