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Porto Alegre, sexta-feira, 04 de junho de 2021.
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Editorial

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EDITORIAL

- Publicada em 03h00min, 04/06/2021.

O G-7 e a criação de um imposto mínimo global

Os ministros das Finanças do Grupo dos 7 (G-7) começarão reunião nesta sexta-feira, em Londres. Na pauta, debate sobre a criação de um imposto mínimo global, para quando acabar a pandemia do coronavírus, a Covid-19. A expectativa é de que quando a economia estiver bem reestabelecida, os países do G-7 precisarão assegurar a sustentabilidade das finanças públicas a longo prazo, ou seja, para uma retirada gradual do estímulo que vem sendo ofertado nos países integrantes. O G-7 é formado por Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Canadá.
Os ministros das Finanças do Grupo dos 7 (G-7) começarão reunião nesta sexta-feira, em Londres. Na pauta, debate sobre a criação de um imposto mínimo global, para quando acabar a pandemia do coronavírus, a Covid-19. A expectativa é de que quando a economia estiver bem reestabelecida, os países do G-7 precisarão assegurar a sustentabilidade das finanças públicas a longo prazo, ou seja, para uma retirada gradual do estímulo que vem sendo ofertado nos países integrantes. O G-7 é formado por Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Canadá.
Representando os países ricos, os ministros das Finanças afirmarão continuar apoiando suas economias à medida que elas saem da pandemia para chegar a um acordo ambicioso sobre um imposto mínimo global sobre as empresas em julho. Analistas de economia e financistas europeus acreditam que a criação de um imposto mínimo aplicado globalmente será acertada após a reunião em Londres e que será implantado em julho próximo. Será quando os ministros das Finanças e chefes dos bancos centrais do Grupo dos 20 (G-20), esperam chegar a um acordo.
Na reunião de sexta-feira e sábado, os ministros prometerão não retirar o apoio econômico-financeiro cedo demais em seus países e investir muito para promover o crescimento, criar empregos de alta qualidade e enfrentar a mudança climática e as desigualdades. É o que deverá constar do comunicado após o encontro de Londres. Para eles, uma vez que a recuperação esteja firmemente estabelecida - não se sabendo, exatamente, como ela será assim considerada -, os países integrantes precisam garantir a sustentabilidade de longo prazo das finanças públicas, a fim de estarem prevenidos e com respostas em crises futuras. É quase certo também que, para ajudar a aliviar a pressão sobre as finanças públicas, o G-7 apoia fortemente os esforços da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para a definição de um nível mínimo de imposto corporativo global, que garantiria que grandes multinacionais paguem sua parte justa em impostos.
Esse imposto teria como objetivo resolver o problema representado por grandes empresas que geram enormes receitas, mas pagam muito pouco imposto por abrirem escritórios para fins fiscais em jurisdições de baixa tributação.
A solução em que a OCDE está trabalhando forçaria um nível global mínimo de impostos sobre todas as receitas corporativas, independentemente de onde a empresa estabelece sua sede para fins fiscais.
 
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