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Porto Alegre, sexta-feira, 07 de maio de 2021.
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Editorial

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editorial

- Publicada em 03h00min, 07/05/2021.

Dia das Mães para animar o comércio e amenizar ansiedade

Após um ano de lojas fechadas em uma das principais datas para o comércio, o Dia das Mães deverá contribuir para a retomada do ritmo de vendas tão aguardado neste período. Segundo levantamento do Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, a estimativa é que R$ 276 milhões sejam movimentados no setor, 16% a mais que a projeção indicada na pesquisa de 2019. Estaremos passando pelo segundo Dia das Mães sem festividades ainda por conta das cautelas impostas pela incidência da Síndrome Respiratória Aguda Grave, a Covid-19.
Após um ano de lojas fechadas em uma das principais datas para o comércio, o Dia das Mães deverá contribuir para a retomada do ritmo de vendas tão aguardado neste período. Segundo levantamento do Núcleo de Pesquisa do Sindilojas Porto Alegre, a estimativa é que R$ 276 milhões sejam movimentados no setor, 16% a mais que a projeção indicada na pesquisa de 2019. Estaremos passando pelo segundo Dia das Mães sem festividades ainda por conta das cautelas impostas pela incidência da Síndrome Respiratória Aguda Grave, a Covid-19.
No Brasil, coube à Associação Cristã de Moços do Rio Grande do Sul (ACM-RS) a iniciativa da comemoração. A data foi trazida ao País pelo então secretário-geral da instituição, Frank Long. Daí que a primeira celebração ocorreu em 12 de maio de 1918, em Porto Alegre. Aos poucos, a festividade foi se espalhando pelo Brasil e, em 1932, o então presidente Getulio Vargas, a pedido da Federação Brasileira pelo Progresso Feminino, oficializou a data no segundo domingo de maio.
A iniciativa fazia parte da estratégia das feministas de valorizar a importância das mulheres na sociedade, animadas com as perspectivas que se abriram a partir do direito de votar, em fevereiro do mesmo ano. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que a data fizesse parte também do calendário oficial da Igreja Católica.
No Brasil e nos Estados Unidos, o Dia das Mães é a segunda melhor data do comércio, depois do Natal. Aqui, entidades ligadas ao comércio projetam um aumento de 15% nas vendas. A promoção, tanto quanto outras datas festivas, está incorporada às tradições e traz alento tanto às famílias quanto aos lojistas em geral, ainda mais agora com os problemas socioeconômicos causados pela pandemia.
As mães são um dos alicerces da família e nelas, no geral, encontramos apoio, compreensão e carinho, desde a tenra idade. O estresse causado pelos isolamentos sociais derivados da pandemia do coronavírus faz do Dia das Mães um autêntico hiato, um bálsamo espiritual e familiar, ainda que aglomerações familiares não sejam recomendadas.
Nos Estados Unidos, movimento popular levou, em 1914, à aprovação, pelo Congresso, do Dia das Mães no segundo domingo do mês de maio. Outras datas e festejos foram postergados ou não registrados em 2020 e também neste ano, esperando-se que o fim da pandemia, ou, pelo menos, seu arrefecimento em contágios e, o melhor, com menos mortes, permita a volta do que nos é familiar e tradicional. Por tudo o que representam ou representaram, no caso das falecidas, deseja-se um feliz Dia das Mães.
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