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Porto Alegre, segunda-feira, 12 de abril de 2021.
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Editorial

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Editorial

- Publicada em 03h00min, 12/04/2021.

Esperança de um PIB positivo em 2021

Com um ano bem pior do que o esperado, o Brasil agora tem a esperança de que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha número positivo em 2021, contrariando o pessimismo de muitos economistas e financistas do mercado.
Com um ano bem pior do que o esperado, o Brasil agora tem a esperança de que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha número positivo em 2021, contrariando o pessimismo de muitos economistas e financistas do mercado.
Corroborando a esperança, o Fundo Monetário Internacional (FMI) projetou que o PIB do Brasil será de 2,6% neste ano. Ora, ainda que seja um percentual abaixo do crescimento global da economia e de outros países emergentes, é tudo o que se quer, quando temos cerca de 350 mil mortos vítimas da pandemia da Covid-19 e quase 14% da população desempregada.
O auxílio emergencial começou a ser pago e, com os baixos valores destinados às pessoas carentes, já é motivo de críticas. Esquecem, entretanto, que serão beneficiadas cerca de 40 milhões de pessoas, um número muito grande. Evidentemente que os valores são baixos, o ideal seria manter os R$ 600,00 das primeiras parcelas do programa, pagas em 2020. O problema é de onde tirar o dinheiro, com os déficits mensais que os cofres do Tesouro Nacional vêm apresentando desde muitos meses.
Cortes são feitos em diversos ministérios e ações que estavam programadas, caso do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), cancelado, e também com críticas. Equacionar receitas com despesas não está sendo nada fácil e, como é público e notório, as despesas têm superado em muito as receitas.
Os bloqueios de atividades para diminuir a contaminação pela pandemia do coronavírus são um dos motivos de boa parte da paralisia, ainda que, incrivelmente, certas receitas tenham mostrado aumentos reais em alguns meses finais de 2020 e até em fevereiro deste ano.
A volta à normalidade está sendo adiada, agora com a expectativa de que a vacinação consiga diminuir a superlotação de hospitais em todo o País. Somente com as atividades industriais, comerciais e de serviços privados e públicos funcionando a pleno é que a economia se reerguerá, gerando verbas para que o combate à pandemia continue, eis que agora sabe-se que tão cedo a moléstia não nos deixará, com grau menor de letalidade, mas sempre atuante, conforme os especialistas alertam.
Confirmando-se o crescimento do PIB previsto pelo FMI em 2,6%, mesmo baixo, o fantasma da recessão não assusta tanto quanto o previsto até alguns meses. O afrouxamento das restrições após mais de um mês em diversos estados e cidades será o início da recuperação.
No entanto, devem ser mantidas as medidas de precaução sanitária, com o uso de máscara, lavagem seguida das mãos, álcool em gel e distanciamento social. É preciso que cada um faça a sua parte e mantenha a atenção.
 
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