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Porto Alegre, sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021.
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Jornal do Comércio

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Editorial

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- Publicada em 03h00min, 26/02/2021.

E-commerce consolida-se para além da pandemia

Premidos pelas circunstâncias, os brasileiros tiveram que aderir ao comércio eletrônico, conhecido como e-commerce. Era modelo já conhecido, mas sem a importância e adesão que tem nestes períodos agora mais do que trágicos, com uma onda de infectados e mortos como jamais visto desde que a pandemia da Covid-19 chegou no Brasil, há um ano. Bloqueios foram impostos em diversas cidades, a fim de que a rede hospitalar não entrasse em colapso total, como, tragicamente, tem acontecido.
Premidos pelas circunstâncias, os brasileiros tiveram que aderir ao comércio eletrônico, conhecido como e-commerce. Era modelo já conhecido, mas sem a importância e adesão que tem nestes períodos agora mais do que trágicos, com uma onda de infectados e mortos como jamais visto desde que a pandemia da Covid-19 chegou no Brasil, há um ano. Bloqueios foram impostos em diversas cidades, a fim de que a rede hospitalar não entrasse em colapso total, como, tragicamente, tem acontecido.
Levantamento de entidades ligadas a diversos ramos comerciais e industriais indicou que a região Sul está entre os destaques de vendas do varejo eletrônico, com alta de 66,22%, em dezembro de 2020 em relação ao mesmo período de 2019. Desta maneira, ainda segundo setores empresariais, era quase inimaginável que o ano passado seria um marco para uma nova tendência, com a adesão ao e-commerce por muitos setores do comércio e da indústria, onde o Brasil desponta, tudo indica que de maneira irreversível.
O fato é que em 2020 a alta foi em torno de mais do que 50%, na comparação com 2019, com dados do Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital. Foi o Nordeste a região que teve os maiores resultados no último mês de dezembro, aumento de quase 78% nas vendas do varejo eletrônico. Logo após estão a região Sul, com cerca de 66%, Sudeste, que representou 48,32%, Centro-Oeste, com 46,99%, e Norte, que chegou a 39,25%.
No ano passado, o Nordeste, com cerca de 100%, foi o maior destaque, ainda segundo o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital. Logo em seguida vêm os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com quase 80% de alta.
As experiências positivas com o e-commerce fizeram com que os consumidores confiassem mais no comércio pela web, quebrando barreiras psicológicas em algumas categorias, como a moveleira, quando as pessoas queriam ver o material de perto antes de efetivar a compra. O home office teve boa parcela de responsabilidade nisso, segundo Rogério Francio, presidente da Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul (Movergs).
Desta maneira, o e-commerce que, antes da crise sanitária e econômica era incipiente, agora se tornou um canal vendas essencial para a indústria de móveis. A realidade foi transformada pelo mundo digital, registrando crescimento real de 41,2% do comércio eletrônico em 2020, em relação ao ano anterior, conforme o boletim sobre notas fiscais eletrônicas da Receita Federal. Veio para ficar, certamente.
 
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