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Jornal do Comércio

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Editorial

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- Publicada em 03h00min, 21/10/2020.

A espera por uma vacina contra o coronavírus

A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela chinesa Sinovac mostrou-se segura em testes clínicos realizados no Brasil, e os dados com relação à sua eficácia mostraram-se promissores. Especialistas dizem que a chamada vacina Butantan é a mais segura. Todas tiveram efeitos colaterais grau três, que são os mais importantes. A vacina Butantan não teve. Mas é fundamental saber dos resultados dos testes de eficácia, que indicarão se a vacina protege ou não contra o novo coronavírus. A comprovação de eficácia será fundamental para obter o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dar início à vacinação. É a vacina mais segura neste momento, não no Brasil, mas no mundo, segundo Dimas Covas, diretor do Butantan.
A vacina contra Covid-19 desenvolvida pela chinesa Sinovac mostrou-se segura em testes clínicos realizados no Brasil, e os dados com relação à sua eficácia mostraram-se promissores. Especialistas dizem que a chamada vacina Butantan é a mais segura. Todas tiveram efeitos colaterais grau três, que são os mais importantes. A vacina Butantan não teve. Mas é fundamental saber dos resultados dos testes de eficácia, que indicarão se a vacina protege ou não contra o novo coronavírus. A comprovação de eficácia será fundamental para obter o registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e dar início à vacinação. É a vacina mais segura neste momento, não no Brasil, mas no mundo, segundo Dimas Covas, diretor do Butantan.
Também uma boa notícia a queda nos casos de mortes e infecções na Síndrome Respiratória Aguda Grave. Os dados vieram no rastro dos números do início desta semana, segundo os quais, entre todas as vacinas testadas no País, a Coronavac é a mais segura, a que apresenta os melhores índices. Foi na última segunda-feira que o Brasil registrou 271 novos óbitos em decorrência da Covid-19, elevando o total de mortes pela doença no País a mais de 154 mil.
Mas, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o registrado nas 24 horas naquele dia é o menor do Brasil desde 20 de abril, quando 116 mortes foram notificadas. Infectados em toda a nação já são mais do que 5.250.727, ainda no citado dia 19. No entanto, são quatro semanas consecutivas com queda nos números de casos e óbitos. O melhor do balanço do Ministério da Saúde é que há cerca de 4,7 milhões de brasileiros recuperados da doença e são 414 mil que seguem em acompanhamento.
O Brasil também começará a produzir, em dezembro, doses da vacina russa contra a doença, chamada de Sputnik V, segundo anunciaram especialistas e autoridades russas. Foi divulgado também, em Moscou, que já começou a transferência de tecnologia para os especialistas brasileiros, embora leve alguns meses para uma produção em larga escala. No entanto, tratando-se da pandemia, o processo está sendo feito de forma acelerada e deverá estar concluído em dezembro.
Não se pode colocar toda a esperança de um final para a Covid-19 com a aplicação de vacinas, seja a chinesa, a russa ou a de Oxford. E isso a Organização Mundial da Saúde (OMS) tem concordado, no sentido de que os protocolos devem continuar sendo seguidos por muitos meses, pois o coronavírus ainda circulará entre populações. Bom mesmo é que a esperança de uma vacina eficaz está aumentando. Que ela chegue logo.
 
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