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Conjuntura

- Publicada em 15/10/2021 às 10h38min.

IBC-Br sobe 6,41% no ano até agosto, diz Banco Central

O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais

O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais


MARCELLO CASAL JR/ebc/jc
Apesar dos efeitos da pandemia de Covid-19 sobre a economia, o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 6,41% em 2021 até agosto, informou nesta sexta-feira (15) a autoridade monetária. O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais. Pela mesma série, o IBC-Br apresenta alta de 3,99% nos 12 meses encerrados em agosto.
Apesar dos efeitos da pandemia de Covid-19 sobre a economia, o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br) acumulou alta de 6,41% em 2021 até agosto, informou nesta sexta-feira (15) a autoridade monetária. O porcentual diz respeito à série sem ajustes sazonais. Pela mesma série, o IBC-Br apresenta alta de 3,99% nos 12 meses encerrados em agosto.
O indicador subiu 6,26% no acumulado do trimestre de junho até agosto de 2021 ante o mesmo período do ano passado, na série sem ajuste.
O BC informou ainda que o IBC-Br registrou alta de 0,21% no acumulado do trimestre de junho até agosto na comparação com os três meses anteriores (março a maio), pela série ajustada sazonalmente.
Conhecido como uma espécie de "prévia do BC para o PIB", o IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses.
A projeção atual do BC para a atividade doméstica em 2021 é de crescimento de 4,7%. Esta estimativa foi atualizada no último Relatório Trimestral de Inflação (RTI), no mês passado.
Revisões
O Banco Central revisou nesta sexta-feira dados de seu IBC-Br na margem, na série com ajuste. O IBC-Br de julho foi de alta 0,60% para expansão de 0,23% e o índice de junho também passou de alta de 0,92% para crescimento de 0,23%.
O resultado de maio foi revisado de queda de 0,60% para baixa de 0,41%. No caso de abril, o índice foi de alta de 0,55% para avanço de 0,45%.
O dado de março passou de queda de 1,77% para recuo de 1,74% e o de fevereiro foi de alta de 1,63% para avanço de 1,66%. Em relação a janeiro, o indicador continuou em alta de 0,51%.
Agência Estado
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