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conjuntura

- Publicada em 27/09/2021 às 17h07min.

Indústria precisa ir para a esteira ao invés de engordar vendo Netflix, diz Guedes

Setor precisa trabalhar para voltar a crescer e a contribuir para o desenvolvimento do Brasil, afirmou ministro

Setor precisa trabalhar para voltar a crescer e a contribuir para o desenvolvimento do Brasil, afirmou ministro


EDU ANDRADE/Ascom/ME/JC
Para a indústria, o recado mandado nesta segunda-feira (27) pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, é o de que o setor precisa trabalhar para voltar a crescer e a contribuir para o desenvolvimento do Brasil. Durante participação no 4º Encontro "O Brasil Quer Mais", promovido pela International Chamber of Commerce (ICC), no painel "Por que ainda não abrimos?", o ministro disse que o setor precisa "sair da frente da Netflix" para "correr na esteira".
Para a indústria, o recado mandado nesta segunda-feira (27) pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, é o de que o setor precisa trabalhar para voltar a crescer e a contribuir para o desenvolvimento do Brasil. Durante participação no 4º Encontro "O Brasil Quer Mais", promovido pela International Chamber of Commerce (ICC), no painel "Por que ainda não abrimos?", o ministro disse que o setor precisa "sair da frente da Netflix" para "correr na esteira".
"Meu acordo com a indústria brasileira é: vamos sair do Netflix e correr na esteira. A indústria brasileira precisa ir para a esteira ao invés de engordar vendo Netflix", disse o ministro da Economia.
No mesmo evento, Guedes afirmou que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) vai anunciar neste fim de mês a criação de mais postos de trabalho.
Ele fez essa afirmação, uma quase antecipação de um bom número de novas carteiras assinadas no Brasil, num contexto em que usou o espaço do evento para rebater as críticas que vem recebendo de parte do setor financeiro e de economistas para os quais o governo não tem um plano econômico.
"Temos três milhões de empregos desde o fundo do poço até agora e vamos anunciar neste mês criação de empregos no Caged", antecipou o ministro, ao se referir aos dados de agosto no mercado formal de trabalho e que serão divulgados nos próximos dias.
Em julho, foram criados 316.580 postos de trabalho formal no País e o acumulado no ano passou a somar 1.848.304 vagas, aproxima-se da criação de 2 milhões de novos empregos formais.
Agência Estado
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