Porto Alegre, segunda-feira, 19 de julho de 2021.
Nelson Mandela Day.
Porto Alegre,
segunda-feira, 19 de julho de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Indústria

- Publicada em 15h57min, 19/07/2021.

Industrial gaúcho começa confiante o segundo semestre

Índice de confiança da indústria atingiu o maior patamar do ano

Índice de confiança da indústria atingiu o maior patamar do ano


JON KLINE/DIVULGAÇÃO/JC
O Índice de Confiança do Empresário Industrial, divulgado nessa segunda-feira (19) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), revela que o segundo semestre começa com perspectiva otimista para o setor. Na quarta alta consecutiva, o ICEI-RS atingiu 64,1 pontos em julho, 1,6 acima de junho. Desde abril, cresceu 10 pontos, atingindo o maior patamar do ano, bem acima de sua média histórica, de 53,9.
O Índice de Confiança do Empresário Industrial, divulgado nessa segunda-feira (19) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), revela que o segundo semestre começa com perspectiva otimista para o setor. Na quarta alta consecutiva, o ICEI-RS atingiu 64,1 pontos em julho, 1,6 acima de junho. Desde abril, cresceu 10 pontos, atingindo o maior patamar do ano, bem acima de sua média histórica, de 53,9.
“Essa confiança elevada reflete a continuidade da reabertura econômica e a maior mobilidade decorrentes da redução nos casos de Covid e do avanço da imunização no País, mesmo que as dificuldades decorrentes da escassez e a elevação nos preços de insumos e matérias-primas permaneçam”, afirma o presidente da Fiergs, Gilberto Petry. A manutenção desse cenário, juntamente com a tendência de melhora na cadeia de suprimentos, é um sinal positivo para a atividade no segundo semestre, reforça Petry.
A confiança é composta pelos índices de condições atuais e de expectativas em relação à economia brasileira e às próprias empresas. Variam de zero a 100 e os 50 pontos marcam o limite entre as avaliações positivas e negativas. O Índice de Condições Atuais avançou 0,2 ponto em relação a junho, chegando a 58,1 em julho. A percepção positiva sobre a economia brasileira, com índice de 56,9 pontos, predomina no setor: 45,1% dos empresários notam melhora, quase três vezes mais do que os que percebem piora, 16,4%. Também é preponderante a avaliação de uma evolução nas condições das empresas, com o índice em 58,7 pontos, praticamente o mesmo do mês anterior.
O Índice de Expectativas para os próximos seis meses subiu 2,3 pontos, para 67,1 em julho, revelando um otimismo elevado e disseminado entre os empresários gaúchos. Nesse item, 58,5% e 68,7% estão, respectivamente, otimistas com o futuro da economia brasileira e de suas empresas. Por conta disso, o Índice de Expectativas da Economia Brasileira atingiu 63,8 pontos em julho (foi de 61,5 em junho) e o de Expectativas das Empresas, 68,8 pontos (66,4 no mês passado).
O levantamento foi realizado com 197 empresas sendo 36 pequenas, 64 médias e 97 grandes, entre 1º e 13 de julho. 
Comentários CORRIGIR TEXTO
Conteúdo Publicitário