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Inflação

- Publicada em 12h38min, 08/06/2021.

Cesta básica em Porto Alegre sobe 1,73% em maio

Maiores altas foram registradas na batata (11,60%) e no tomate (11,38%)

Maiores altas foram registradas na batata (11,60%) e no tomate (11,38%)


FREDY VIEIRA/ARQUIVO/JC
Em maio, o valor da cesta básica em Porto Alegre ficou em R$ 636,96, registrando alta de 1,73% em relação a abril. No acumulado, o conjunto de bens alimentícios básicos na Capital gaúcha já registra elevação de 3,46%. Em 12 meses, o aumento de preços é de 22,82%. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
Em maio, o valor da cesta básica em Porto Alegre ficou em R$ 636,96, registrando alta de 1,73% em relação a abril. No acumulado, o conjunto de bens alimentícios básicos na Capital gaúcha já registra elevação de 3,46%. Em 12 meses, o aumento de preços é de 22,82%. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
A cesta básica de Porto Alegre foi a mais cara entre 16 capitais pesquisadas pelo Dieese, seguida pelas de São Paulo (R$ 636,40), Florianópolis (R$ 636,37) e Rio de Janeiro (R$ 622,76). Os menores custos foram registrados em Aracaju (R$ 468,43) e Salvador (R$ 470,14).
A jornada necessária para comprar a cesta básica em Porto Alegre está em 127 horas e 23 minutos, segundo o Dieese. Além disso, é necessário gastar 62,6% do valor de um salário mínimo líquido para adquirir os produtos da cesta.
Dos treze produtos que compõem a cesta básica, 11 ficaram mais caros em maio em Porto Alegre: batata (11,60%), tomate (11,38%), açúcar (5,99%), farinha de trigo (5,95%), óleo de soja (4,95%), manteiga (3,11%), carne (2,57%), leite (2,46%), café (1,65%), pão (0,68%) e arroz (0,57%). Apenas dois itens registraram redução de preço: banana (-12,00%) e feijão (-2,54%).
Nos primeiros cinco meses de 2021, nove produtos ficaram mais caros: açúcar (21,30%), farinha de trigo (18,71%), feijão (15,36%), café (10,80%), carne (9,95%), pão (8,80%), tomate (5,12%), manteiga (1,19%) óleo de soja (0,71%). Por outro lado, quatro itens estão mais baratos: banana (-21,43%), batata (-15,76%), arroz (-0,93%) e leite (-0,53%).
No acumulado de 12 meses, os 13 itens da cesta registraram aumento de preços, sendo as maiores altas verificadas no óleo de soja (109,60%), no arroz (65,02%) no feijão (50,17%), no açúcar (33,86%) e na carne (32,04%).

Custo dos produtos aumentou em 14 cidades no mês passado

Dentre 16 capitais pesquisadas pelo Dieese, em 14 o custo médio da cesta básica aumentou em 14 cidades entre abril e maio de 2021, enquanto apenas duas registraram redução. As maiores altas foram registradas em Natal (4,91%), Curitiba (4,33%), Salvador (2,75%), Belém e Recife (ambas com 1,97%). As capitais onde o valor da cesta apresentou queda foram Campo Grande (-1,92%) e Aracaju (-0,26%).
Em 12 meses, o preço do conjunto de alimentos básicos subiu em todas as capitais que fazem parte do levantamento. As maiores altas foram observadas em Brasília (33,36%), Campo Grande (26,28%), Porto Alegre (22,82%) e Florianópolis (21,43%).
Já no acumulado dos cinco meses de 2021, as capitais com os principais aumentos foram: Curitiba (12,68%), Natal (9,35%), Porto Alegre (3,46%), João Pessoa (3,46%) e Florianópolis (3,38%). A maior queda no mesmo período foi de -1,87%, em Salvador.
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