Porto Alegre, quarta-feira, 17 de março de 2021.
Dia Internacional da Marinha. Dia de São Patrício.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quarta-feira, 17 de março de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Indústria

- Publicada em 21h32min, 16/03/2021.

Indústria de chocolate aposta no e-commerce e em parcerias para garantir vendas

Empresas do segmento estão se reinventando para manter as vendas

Empresas do segmento estão se reinventando para manter as vendas


Divulgação/João Ricardo
João Pedro Rodrigues
A preparação das indústrias de chocolate para a Páscoa teve que ser diferente este ano. Depois que a data coincidiu com o início da pandemia no ano passado, prejudicando os planos das empresas produtoras, o segmento teve que encontrar diferentes alternativas para garantir um desempenho melhor em 2021, passando a apostar no e-commerce e nas parcerias com redes multimarcas, empórios e supermercados.
A preparação das indústrias de chocolate para a Páscoa teve que ser diferente este ano. Depois que a data coincidiu com o início da pandemia no ano passado, prejudicando os planos das empresas produtoras, o segmento teve que encontrar diferentes alternativas para garantir um desempenho melhor em 2021, passando a apostar no e-commerce e nas parcerias com redes multimarcas, empórios e supermercados.
Em 2020, a pandemia iniciou quando os pontos de venda já estavam abastecidos com os produtos de Páscoa, o que impactou fortemente a data. No entanto, para este ano, com as novas apostas, a indústria de chocolates demonstra otimismo quanto ao seu desempenho. "As empresas se planejaram levando em conta diversos cenários possíveis dentro das restrições", ressalta Ubiracy Fonsêca, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab).
"Todas as empresas associadas se reestruturam rapidamente e investiram ainda mais em seus canais de venda online, parcerias com marketplaces e aplicativos de entrega para venda de seus produtos da forma mais segura possível", conta Fonsêca. "Surgiram, inclusive, soluções criativas, como atendimento por WhatsApp e até drive thru", complementa.
Segundo um levantamento da Abicab, a indústria de chocolates prevê 11.665 contratações temporárias diretas e indiretas de profissionais para atuar nas linhas de produção ou nos pontos de venda para atender à demanda do período da Páscoa deste ano. A previsão da instituição se mantém mesmo com as novas restrições do governo do Estado, que proíbem a abertura das lojas físicas.
O presidente explica que as contratações para suprir a demanda começaram a ser realizadas a partir de agosto do ano passado, sendo que o planejamento para a Páscoa tem início com até dois anos de antecedência. Isso acontece porque as empresas têm que elaborar e planejar o seu portfólio, realizar as contratações e definir todos os detalhes de embalagens e logística, por exemplo. "Esperamos manter o número de contratações", completa.
No ano passado, as indústrias de chocolate produziram cerca de 8,5 mil toneladas de produtos de Páscoa. Este ano, a produção para a data ainda está em andamento, embora parte tenha sido paralisada devido às restrições. A Abicab não estima expectativa de vendas.

Empresas demonstram incerteza quanto ao desempenho neste ano

João Pedro Rodrigues
A preparação das indústrias de chocolate para a Páscoa teve que ser diferente este ano. Depois que a data coincidiu com o início da pandemia no ano passado, prejudicando os planos das empresas produtoras, o segmento teve que encontrar diferentes alternativas para garantir um desempenho melhor em 2021, passando a apostar no e-commerce e nas parcerias com redes multimarcas, empórios e supermercados.
Em 2020, a pandemia iniciou quando os pontos de venda já estavam abastecidos com os produtos de Páscoa, o que impactou fortemente a data. No entanto, para este ano, com as novas apostas, a indústria de chocolates demonstra otimismo quanto ao seu desempenho. "As empresas se planejaram levando em conta diversos cenários possíveis dentro das restrições", ressalta Ubiracy Fonsêca, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (Abicab).
"Todas as empresas associadas se reestruturam rapidamente e investiram ainda mais em seus canais de venda online, parcerias com marketplaces e aplicativos de entrega para venda de seus produtos da forma mais segura possível", conta Fonsêca. "Surgiram, inclusive, soluções criativas, como atendimento por WhatsApp e até drive thru", complementa.
Segundo um levantamento da Abicab, a indústria de chocolates prevê 11.665 contratações temporárias diretas e indiretas de profissionais para atuar nas linhas de produção ou nos pontos de venda para atender à demanda do período da Páscoa deste ano. A previsão da instituição se mantém mesmo com as novas restrições do governo do Estado, que proíbem a abertura das lojas físicas.
O presidente explica que as contratações para suprir a demanda começaram a ser realizadas a partir de agosto do ano passado, sendo que o planejamento para a Páscoa tem início com até dois anos de antecedência. Isso acontece porque as empresas têm que elaborar e planejar o seu portfólio, realizar as contratações e definir todos os detalhes de embalagens e logística, por exemplo. "Esperamos manter o número de contratações", completa.
No ano passado, as indústrias de chocolate produziram cerca de 8,5 mil toneladas de produtos de Páscoa. Este ano, a produção para a data ainda está em andamento, embora parte tenha sido paralisada devido às restrições. A Abicab não estima expectativa de vendas.
Comentários CORRIGIR TEXTO