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- Publicada em 03h00min, 03/03/2021.

Com erros na economia, Paulo Guedes alerta que Brasil pode 'virar Venezuela'

Ministro da Economia defendeu controle do endividamento público

Ministro da Economia defendeu controle do endividamento público


/edu andrade/me/divulgação/jc
O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou que o Brasil pode virar uma Argentina ou uma Venezuela rapidamente caso continue aumentando seu endividamento e tome decisões erradas de política econômica. "Para virar a Argentina, seis meses; para virar Venezuela, um ano e meio. Se fizer errado, vai rápido. Agora, quer virar Alemanha, Estados Unidos? [São necessários] dez, quinze anos na outra direção", afirmou.
O ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou que o Brasil pode virar uma Argentina ou uma Venezuela rapidamente caso continue aumentando seu endividamento e tome decisões erradas de política econômica. "Para virar a Argentina, seis meses; para virar Venezuela, um ano e meio. Se fizer errado, vai rápido. Agora, quer virar Alemanha, Estados Unidos? [São necessários] dez, quinze anos na outra direção", afirmou.
A declaração foi feita durante conversa gravada na sexta-feira (26) e veiculada nesta terça-feira (2). Guedes defendeu o controle do endividamento público, contrapartidas para o auxílio emergencial e a agenda liberal - dizendo que ela trará prosperidade ao País.
"Você prefere juro baixo, muito investimento, emprego, renda, Bolsa subindo, todo mundo ganhando, estourando champanhe, um país da prosperidade, ou prefere ir para a Venezuela?", questionou o ministro em outro momento.
Guedes deu as declarações dias depois de as ações da Petrobras registrarem forte queda na Bolsa após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) anunciar a troca do presidente em meio a críticas à política de preços dos combustíveis.
Em certo momento, ao mencionar a Petrobras, o ministro chegou a criticar uma frase usada recentemente pelo próprio Bolsonaro. "Tem uma turma que começa: 'o petróleo é nosso'. É nosso? Então dá para a gente. Vamos dar para o povo brasileiro. Vamos pegar os dividendos da Petrobras e entregar uma parte para o povo brasileiro", afirmou Guedes.
"Se eu estiver conseguindo ajudar o Brasil, fazendo as coisas em que acredito, eu devo continuar. A ofensa não me tira daqui. O que me tira é a perda da confiança do presidente", completou.
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