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Comércio Exterior

- Publicada em 15h47min, 01/03/2021.

Balança tem superávit de US$ 1,152 bilhão, o menor saldo para fevereiro desde 2015

O valor é 50,4% inferior ao registrado em fevereiro de 2020

O valor é 50,4% inferior ao registrado em fevereiro de 2020


WENDERSON ARAUJO/TRILUX/CNA/JC
Depois de iniciar o ano com déficit, a balança comercial brasileira fechou o mês de fevereiro com superávit de US$ 1,152 bilhão. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 1º de março, pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia.
Depois de iniciar o ano com déficit, a balança comercial brasileira fechou o mês de fevereiro com superávit de US$ 1,152 bilhão. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 1º de março, pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia.
O valor é 50,4% inferior ao registrado em fevereiro de 2020, quando o resultado havia sido positivo em US$ 2,325 bilhões.
Trata-se, ainda, do menor saldo para o mês desde 2015, quando foi registrado um déficit de US$ 2,8 bilhões.
O saldo de fevereiro ficou pouco acima da mediana das estimativas do Projeções Broadcast, que indicavam superávit de US$ 1,0 bilhão, com intervalo entre US$ 242 milhões a US$ 2,6 bilhões.
No mês passado, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) avançou 8,2%. As exportações somaram US$ 16,183 bilhões, uma alta de 3,9% ante fevereiro de 2020. Já as importações chegaram a US$ 15,030 bilhões, um avanço de 13,4% na mesma comparação.
Na quarta semana de fevereiro (22 a 28), o saldo comercial foi de superávit de US$ 1,005 bilhão.
Depois de segurar as exportações brasileiras em 2020, o setor agropecuário teve queda de US$ 15,38 milhões (-10,8%) em fevereiro. Houve crescimento de US$ 31,77 milhões (13,8%) nas vendas da indústria extrativa e de US$ 17,31 milhões (3,5%) em produtos da indústria de transformação.
Já nas importações, houve aumento de US$ 2,76 milhões (14,9%) em Agropecuária e de US$ 83,7 milhões ( 12,4%) em produtos da indústria de transformação e queda de US$ 570 milhões (-1,4%) em Indústria Extrativa.
Agência Estado
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