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- Publicada em 14h39min, 16/02/2021. Atualizada em 14h52min, 16/02/2021.

Sindha e BRDE discutem linhas de crédito para restaurantes e hotéis

Chmelnitsky (esquerda) ressaltou para Leany (centro) que é preciso simplificar o acesso das empresas

Chmelnitsky (esquerda) ressaltou para Leany (centro) que é preciso simplificar o acesso das empresas


PEPO KAERSCHNER/BRDE/DIVULGAÇÃO/JC
Em quase um ano de crise sanitária, o item que foi mais escasso e que mantém a necessidade é crédito. Por isso, o Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região (Sindha-POA) conversa com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em busca de alterativas para as empresas. 
Em quase um ano de crise sanitária, o item que foi mais escasso e que mantém a necessidade é crédito. Por isso, o Sindicato de Hospedagem e Alimentação de POA e Região (Sindha-POA) conversa com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em busca de alterativas para as empresas. 
Segundo o presidente do Sindha, Henry Chmelnitsky, a intenção é firmar parcerias para o setor de gastronomia e hotelaria. Ao longo de 2020, os segmentos foram os mais afetados por medidas de fechamento para atendimento presencial e restrição de número de clientes.  
Chmelnitsky teve um encontro esta semana com a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, para tratar de linhas de financiamento para os segmentos. Um dos focos é menos burocracia e mais simplificação de processos para acessar as linhas.
"Nossas pautas foram muito bem compreendidas, especialmente em relação à questão dos restaurantes e refinanciamento via cartão de crédito, e temos pela frente um caminho bastante promissor", projeta o presidente do sindicato.
Entre as possibilidades de apoio, está o Fundo Geral do Turismo (Fungetur), voltado à aquisição de equipamentos, modernização, ampliação ou reforma de empreendimentos turísticos, como hotéis, agências de viagens e parques temáticos.
Em 2020, os segmentos chegaram a ter a oferta de recursos do Pronampe, que tinha juros da Selic e o risco coberto por um fundo garantidor lastreado pelo Tesouro Nacional. Mas a oferta não chegou a todos os solicitantes. Em 2021, não há ainda sinalização de nova oferta de crédito com este perfil.   
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