Porto Alegre, quinta-feira, 29 de abril de 2021.
Porto Alegre,
quinta-feira, 29 de abril de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Petróleo

- Publicada em 18h16min, 22/01/2021. Atualizada em 18h32min, 22/01/2021.

Petróleo fecha em baixa, em meio à preocupação com avanço da Covid e restrições

O barril de petróleo Brent para o mesmo mês terminou a sessão com avanço de 0,04%, a US$ 56,10

O barril de petróleo Brent para o mesmo mês terminou a sessão com avanço de 0,04%, a US$ 56,10


VISUALHUNT.COM/DIVULGAÇÃO/JC
Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta sexta-feira, 22, em meio à cautela do mercado com a demanda, com sinais negativos por conta da Covid-19. O número de casos, mortos pela doença continua aumentando, assim como as restrições para tentar impedir seu avanço, em meio a dificuldades na vacinação. Na Europa, viagens "desnecessárias" foram desaconselhadas, e há a preocupação de que a nova variante do coronavírus seja mais letal. Os dados sobre estoques divulgados hoje nos Estados Unidos tiveram pouco impacto no mercado. A sinalização de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) está cumprindo com o acordado nos cortes da produção limitou as perdas.
Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta sexta-feira, 22, em meio à cautela do mercado com a demanda, com sinais negativos por conta da Covid-19. O número de casos, mortos pela doença continua aumentando, assim como as restrições para tentar impedir seu avanço, em meio a dificuldades na vacinação. Na Europa, viagens "desnecessárias" foram desaconselhadas, e há a preocupação de que a nova variante do coronavírus seja mais letal. Os dados sobre estoques divulgados hoje nos Estados Unidos tiveram pouco impacto no mercado. A sinalização de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) está cumprindo com o acordado nos cortes da produção limitou as perdas.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril de petróleo WTI para março encerrou o dia em baixa de 0,34%, a US$ 53,13, mas com alta de 1,34% na semana. Na Internacional Exchange (ICE), o barril de petróleo Brent para o mesmo mês terminou a sessão com avanço de 0,04%, a US$ 56,10, em avanço de 1,81% na comparação semanal.
"As preocupações com a demanda voltaram a se concentrar no mercado de petróleo", avalia o Commerzbank.
Novos surtos surgiram na China, enquanto os casos e mortes seguem em alta na Europa e nos EUA. A vacinação encontra dificuldades nos EUA, com questionamentos sobre a promessa de Joe Biden de imunizar 100 milhões de pessoas em 100 dias.
Além disso, "a tensão está aumentando entre as autoridades europeias e a Pfizer e a BioNTech depois que funcionários disseram que as empresas cortaram inesperadamente suas entregas de vacinas contra a Covid-19 e colocaram seus calendários de imunização em risco", destaca o Swissquote Bank.
Pelo lado da oferta, o ministro do Petróleo do Irã, Bijan Zanganeh, afirmou nesta sexta que as exportações da commodity pelo país aumentaram nos últimos meses "de modo significativo", mesmo com sanções impostas pelos Estados Unidos desde 2018. Sem dar números, Zanganeh disse que seu país atingiu recorde histórico de exportações de produtos refinados de petróleo.
Outra informação que limitou as perdas nos contratos de petróleo foi a de que a Opep+ cumpriu 99% dos cortes de produção acordado em dezembro, "demonstrando-se mais uma vez mais disciplinados do que se temia. A boa disciplina de produção provavelmente continuará", avalia o Commerzbank.
Sobre a divulgação semanal dos estoques nos EUA, "o relatório desta semana dá pouco para dissipar o sentimento negativo que baixou os preços do petróleo hoje", avalia a Capital Economics.
A Reuters noticiou nesta sexta que, apesar de Joe Biden ter revogado a licença do oleoduto de Keystone XL na fronteira com o Canadá, as importações de petróleo dos EUA junto ao vizinho do norte devem seguir em altas históricas nos próximos anos.
Agência Estado
Comentários CORRIGIR TEXTO
Conteúdo Publicitário