Porto Alegre, terça-feira, 12 de janeiro de 2021.
Aniversário da Caixa Econômica Federal.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
terça-feira, 12 de janeiro de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Mercado Financeiro

- Publicada em 16h32min, 12/01/2021.

Ouro fecha em baixa, pressionado por avanço dos juros dos Treasuries

O ouro para entrega em fevereiro fechou em baixa de 0,36%, em US$ 1.844,20 a onça-troy

O ouro para entrega em fevereiro fechou em baixa de 0,36%, em US$ 1.844,20 a onça-troy


VISUALHUNT.COM/DIVULGAÇÃO/JC
O ouro chegou a subir em parte da sessão, em meio a temores como a onda de casos da Covid-19 em várias partes do mundo e também com a tensão política em Washington. Ao longo do dia, porém, o metal perdeu fôlego, pressionado pelo avanço dos juros dos Treasuries, que concorrem com o ouro como opção mais segura de investimento.
O ouro chegou a subir em parte da sessão, em meio a temores como a onda de casos da Covid-19 em várias partes do mundo e também com a tensão política em Washington. Ao longo do dia, porém, o metal perdeu fôlego, pressionado pelo avanço dos juros dos Treasuries, que concorrem com o ouro como opção mais segura de investimento.
O ouro para entrega em fevereiro fechou em baixa de 0,36%, em US$ 1.844,20 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Os juros dos Treasuries têm mostrado ganhos recentes, o que tende a pressionar o ouro, já que ambos concorrem como alternativa segura. Em relatório, o Commerzbank comentava mais cedo que o metal parecia ter se estabilizado, mas lembrava que a alta nos retornos dos bônus americanos tendia a pressioná-lo. O banco alemão também mencionava o fato de que o avanço dos juros dos Treasuries tendia a apoiar o dólar, outro fator a pressionar o metal.
A Sucden Financial, por sua vez, apontava que os metais preciosos eram menos demandados hoje, graças em parte a um maior apetite por risco nos mercados, embora em um cenário volátil e sem sinal único.
Agência Estado
Comentários CORRIGIR TEXTO