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Mercado Financeiro

- Publicada em 15h10min, 12/01/2021. Atualizada em 15h12min, 12/01/2021.

Bolsas da Europa fecham em queda, diante de avanço da Covid-19 e restrições

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,05%, a 408,61 pontos

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,05%, a 408,61 pontos


ABR/DIVULGAÇÃO/JC
Os principais índices acionários das bolsas europeias fecharam sem direção única nesta terça-feira (12), pressionados pelo crescente número de casos e mortes por Covid-19 no continente e pelas restrições adotadas por governos para frear o vírus. Após firmarem perdas, os mercados da Europa ganharam fôlego, seguindo as bolsas de Nova York perto do fim do pregão, de olho na crise política que envolve a possível deposição de Donald Trump da presidência dos Estados Unidos.
Os principais índices acionários das bolsas europeias fecharam sem direção única nesta terça-feira (12), pressionados pelo crescente número de casos e mortes por Covid-19 no continente e pelas restrições adotadas por governos para frear o vírus. Após firmarem perdas, os mercados da Europa ganharam fôlego, seguindo as bolsas de Nova York perto do fim do pregão, de olho na crise política que envolve a possível deposição de Donald Trump da presidência dos Estados Unidos.
O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,05%, a 408,61 pontos.
O recrudescimento da pandemia de coronavírus segue como o principal driver dos mercados, e investidores acompanham preocupados a adoção de novos bloqueios e restrições à circulação para conter o avanço da Covid-19.
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, cogitou nesta terça que serão necessárias mais "8 a 10 semanas" de lockdown para diminuir a disseminação do vírus.
O índice Dax, de Frankfurt, fechou em baixa de 0,08%, a 13.925,06 pontos, após sustentar ganho modesto ao longo da maior parte do pregão. O setor automotivo foi destaque na bolsa alemã nesta terça, com bons desempenhos da Continental (+3,44%), Daimler (+1,43%) e BMW (+0,91%).
Em Londres, principal mercado da Europa, o sentimento foi de maior cautela. O índice FTSE 100 fechou na maior queda do dia, de 0,65%, a 6.754,11 pontos.
Contribuiu para pressionar o índice a fala do presidente do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), Andrew Bailey, que afirmou que ainda é cedo para discutir a adoção de mais estímulos à economia britânica, em webinar promovido pela Câmara de Comércio da Escócia. Bailey projetou que os próximos meses serão "muito difíceis" no Reino Unido, por causa da pandemia.
Já na Itália, a possibilidade de renúncia do premiê Giuseppe Conte tem sido observada por investidores. Segundo a Eurasia, em relatório enviado a clientes, é provável que uma crise política se inicie no país, culminando na saída do atual primeiro-ministro. O índice FTSE MIB, de Milão, fechou em baixa de 0,33%, a 22.646,07 pontos.
O índice CAC 40, de Paris, fechou em baixa de 0,20%, em 5.650,97 pontos. A exemplo da bolsa alemã, o setor automotivo também sustentou bom desempenho na França nesta terça, impedindo uma queda ainda maior do índice. Renault e Peugeot estiveram entre as maiores altas do dia, de 1,64% e 3,13%, respectivamente.
Em Madri, o índice Ibex 35 recuou 0,14%, a 8.345,90 pontos. Enquanto ações de bancos impediram uma maior queda do índice, com destaques para o Banco de Sabadell (+4,94%), o setor de energia renovável registrou perdas, com a Siemens Gamesa com a maior baixa do dia, de 4,90%.
Por fim, o PSI 20 de Lisboa recuou 0,21%, a 5.126,95 pontos.
Agência Estado
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