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Patrimônio

- Publicada em 18h09min, 07/01/2021. Atualizada em 18h31min, 07/01/2021.

Governo Leite vai assinar acordo com BNDES para estudo sobre futuro do Cais Mauá

Estudo a ser contratado pelo BNDES deve indicar as possibilidades de repasses da área do cais

Estudo a ser contratado pelo BNDES deve indicar as possibilidades de repasses da área do cais


MARCELO G. RIBEIRO/JC
Adriana Lampert
Nos próximos dias, o governo Eduardo Leite assina contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estudos que definirão a nova modelagem de revitalização do Cais Mauá, na orla de Porto Alegre. Esta semana o governo assinou a cessão de parte da área ao Cais Embarcadero, que repassará recursos destinados para custear parte da manutenção do conjunto arquitetônico dos armazéns.
Nos próximos dias, o governo Eduardo Leite assina contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para estudos que definirão a nova modelagem de revitalização do Cais Mauá, na orla de Porto Alegre. Esta semana o governo assinou a cessão de parte da área ao Cais Embarcadero, que repassará recursos destinados para custear parte da manutenção do conjunto arquitetônico dos armazéns.
A proposta irá determinar a melhor destinação para o trecho de dois quilômetros entre a Usina do Gasômetro até a frente do prédio da Receita Estadual e do início dos trilhos da estação mercado da Trensurb, na avenida Mauá. Na área, estão 11 armazéns tombados, antes administrados pela União e devolvidos ao Estado.
Após romper com os antigos concessionários do Cais Mauá, o governo estadual optou pelo estudo que irá escolher qual modelo (entre concessão, alienação, Parceria Público Privada (PPP) e fundo de investimento) se ajusta melhor ao projeto, que incluirá a ocupação dos armazéns. 
A partir do trabalho de uma consultoria, que deve ser contratada pelo BNDES por meio de edital com ressarcimento por quem ocupar o espaço, a modelagem ainda passará por audiências públicas presenciais e por meio digital, com envio de dúvidas ao governo. 
A área irá precisar de reformas, que devem custar em torno de R$ 12 milhões, segundo o superintendente da Portos RS, Fernando Estima.
Em abril, os empreendedores do Cais Embarcadero, área que será aberta em março com 14 operações de gastronomia e lazer na área do Armazém 7 (não tombado), devem repassar em torno de R$ 500 mil ao Estado.
De acordo com Estima, os recursos serão aplicados em obras emergenciais dos 11 prédios tombados, que demandam restauros em telhados, estruturas metálicas e rede elétrica. "Vamos fazendo o possível com estes valores até a chegada do projeto definitivo", adianta o superintendente.
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