Porto Alegre, quarta-feira, 23 de dezembro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quarta-feira, 23 de dezembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Mercado Financeiro

- Publicada em 19h00min, 23/12/2020.

Bolsas de NY fecham sem direção única após pregão volátil com pacote no radar

O Nasdaq oscilou entre os territórios positivos e negativos

O Nasdaq oscilou entre os territórios positivos e negativos


FREEPIK/Reprodução/JC
As bolsas de Nova York fecharam sem direção única nesta quarta-feira (23) em dia de liquidez reduzida por conta da semana do feriado de Natal. Em pregão volátil, investidores monitoraram o noticiário sobre o pacote fiscal nos Estados Unidos, após o presidente americano, Donald Trump, ameaçar não sancioná-lo.
As bolsas de Nova York fecharam sem direção única nesta quarta-feira (23) em dia de liquidez reduzida por conta da semana do feriado de Natal. Em pregão volátil, investidores monitoraram o noticiário sobre o pacote fiscal nos Estados Unidos, após o presidente americano, Donald Trump, ameaçar não sancioná-lo.
O Dow Jones encerrou em alta de 0,38%, a 30.129,83 pontos, e o S&P 500 avançou +0,07%, 3.690,01 pontos. O setor financeiro apareceu em destaque, liderado pelas ações de Wells Fargo (+4,80%), JPMorgan (+2,79%) e Goldman Sachs (+2,54%).
O Nasdaq oscilou entre os territórios positivos e negativos, tendo renovado máxima intraday histórica, a 12.738,75 pontos. Com ajuste descendente na etapa final da sessão, o índice terminou em baixa de 0,29%, a 12.771,11 pontos.
Ontem, Trump surpreendeu até mesmo correligionários ao revelar, em publicação no Twitter, que pode não sancionar a legislação de alívio econômico. O republicano, que tinha se afastado das negociações, reclamou do fato de a legislação incluir apenas US$ 600 para os cidadãos.
Em carta a democratas, a presidente da Câmara dos Representantes, Nancy Pelosi, informou que pretende submeter a proposta de pagamentos diretos de US$ 2 mil a americanos à votação na Casa amanhã. Segundo ela, o plenário usará o dispositivo do voto consensual, em que basta que nenhum deputado se oponha à matéria para que ela seja aprovada.
Se Trump escolher vetar o projeto, o Congresso pode anular o veto. "O processo, no entanto, certamente atrasaria a liberação dos recursos, ficando aquém da promessa do secretário do Tesouro, Steve Mnuchin, de que os cheques de estímulo poderiam começar a chegar às famílias americanas na próxima semana", explica a Stifel Economics.
No radar nas mesas de operações, também estiveram os avanços nas negociações por um acordo comercial entre Reino Unido e União Europeia para o período subsequente ao Brexit, a saída do país insular do bloco europeu que será oficializada em 1 de janeiro de 2021.
A Reuters informou que, segundo uma fonte diplomática, o pacto poderia ser revelado nesta quarta-feira. Uma coletiva de imprensa com o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, chegou a ser marcada para esta noite, mas depois foi cancelada. Segundo a emissora ITV, o texto já está pronto e os dois lados estão fazendo a revisão final.
Agência Estado
Comentários CORRIGIR TEXTO