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mercado financeiro

- Publicada em 10h30min, 04/12/2020.

Dólar à vista oscila com exterior leve, enquanto fluxo e fiscal são monitorados

Dólar à vista subia 0,52%, a R$ 5,16

Dólar à vista subia 0,52%, a R$ 5,16


FREEPIK/REPRODUÇÃO/JC
O dólar à vista oscila entre margens estreitas ao redor da estabilidade, ora em alta ora em baixa, após começar o dia para cima, espelhando ajustes. Na quinta-feira (3) à tarde, apenas o dólar futuro de janeiro de 2021 acabou precificando cautela com o fiscal interno no fim do dia, porque o mercado à vista já estava fechado. Às 10h12min, o dólar à vista subia 0,52%, a R$ 5,1661.
O dólar à vista oscila entre margens estreitas ao redor da estabilidade, ora em alta ora em baixa, após começar o dia para cima, espelhando ajustes. Na quinta-feira (3) à tarde, apenas o dólar futuro de janeiro de 2021 acabou precificando cautela com o fiscal interno no fim do dia, porque o mercado à vista já estava fechado. Às 10h12min, o dólar à vista subia 0,52%, a R$ 5,1661.
Incomoda os investidores a manobra da ala política do governo para mudar a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, que ainda está em discussão no Congresso. Assim, poderia ser autorizado o empenho em 2021 de despesas que só serão executados em 2022, ano de eleições presidenciais, após o TCU ter permitido que um volume maior de gastos de 2020 -ano com calamidade pública - seja executado em 2021. No exterior, o dólar recua ante moedas principais e grande parte das divisas emergentes e ligadas a commodities.
Por enquanto, o fluxo cambial é apenas monitorado, mas pode vir a contribuir para a queda ante o real na sessão, em meio ao apetite global por risco. Lá fora, os investidores estão confiantes em novos estímulos fiscais, após o presidente eleito dos EUA, Joe Biden, afirmar nesta madrugada que o pacote de ajuda econômica de US$ 900 bilhões seria um "bom começo", mas insuficiente, gerando expectativas de estímulos adicionais. Também a farmacêutica Moderna promete entregar 20 milhões de doses da sua vacina contra covid-19 aos EUA em 2020.
No Brasil, informações contraditórias sobre um acordo no Congresso para agilizar o andamento de votações de pautas econômicas e fiscais relevantes deixam o investidor com pé atrás e limitam o recuo do dólar.
Além disso, segue no radar a manobra da ala política do governo para mudar a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021, que ainda está em discussão no Congresso. Assim, poderia ser autorizado o empenho em 2021 de despesas que só serão executados em 2022, ano de eleições presidenciais, após o TCU ter permitido que um volume maior de gastos de 2020 seja executado em 2021.
Agência Estado
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