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Petróleo

- Publicada em 17h47min, 05/11/2020.

Petróleo fecha em baixa com correção de ganhos recentes e foco em eleição

Na Intercontinental Exchange (ICE), o contrato do Brent para janeiro recuou 0,73%, a US$ 40,93 o barril

Na Intercontinental Exchange (ICE), o contrato do Brent para janeiro recuou 0,73%, a US$ 40,93 o barril


ANDRÉ MOTTA DE SOUZA/AGÊNCIA PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC
O petróleo fechou o pregão desta quinta-feira (5) em baixa, em um movimento de correção de ganhos recentes, depois de ter registrado alta de quase 4% na quarta-feira. O foco dos investidores está na eleição presidencial norte-americana, cujo vencedor ainda não foi definido.
O petróleo fechou o pregão desta quinta-feira (5) em baixa, em um movimento de correção de ganhos recentes, depois de ter registrado alta de quase 4% na quarta-feira. O foco dos investidores está na eleição presidencial norte-americana, cujo vencedor ainda não foi definido.
Após vencer no Michigan e no Wisconsin, o democrata Joe Biden está a um passo da conquista da Casa Branca, mas ainda faltam resultados em Nevada, Geórgia, Carolina do Norte, Pensilvânia e Arizona.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o barril do WTI com entrega prevista para dezembro caiu 0,92%, a US$ 38,79. Na Intercontinental Exchange (ICE), o contrato do Brent para janeiro recuou 0,73%, a US$ 40,93 o barril.
Analistas do Swissquote Bank destacam que a commodity energética acumulou ganhos de 9% nas últimas três sessões, o que leva a uma realização de lucros.
De acordo com os profissionais, a cada vez mais provável vitória de Biden nos EUA pode levar a mais baixas nos contratos de petróleo, se os democratas impulsionarem uma agenda focada em energias renováveis. No entanto, isso depende do controle do Senado, atualmente na mão dos republicanos.
Enquanto o vencedor não é declarado, os mercados acompanham a apuração em Estados decisivos. A campanha à reeleição do presidente dos EUA, Donald Trump já entrou com diversas ações judiciais pedindo recontagem e paralisação na contagem de votos, mas algumas, como na Geórgia e no Michigan, já foram rejeitadas.
No geral, o clima é de apetite por risco nos mercados internacionais. "No entanto, acreditamos que o mercado de petróleo ainda não está completamente fora de perigo e, após um surto inicial de euforia, os riscos provavelmente voltarão cada vez mais ao foco no mercado", alertam, contudo, analistas do banco alemão Commerzbank.
Agência Estado
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