Porto Alegre, sexta-feira, 16 de outubro de 2020.

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mercado financeiro

- Publicada em 15h12min, 16/10/2020.

Ouro fecha em leve queda, pressionado em dia de apetite por risco no exterior

Ouro para dezembro fechou em baixa de 0,13%, a US$ 1. 906,40 por onça-troy

Ouro para dezembro fechou em baixa de 0,13%, a US$ 1. 906,40 por onça-troy


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O ouro encerrou a sessão desta sexta-feira (16) em leve queda. Aproveitando a tendência de recuperação das bolsas estrangeiras, investidores se ampararam em dados bem recebidos da economia americana e na possibilidade da Pfizer distribuir sua vacina experimental contra a Covid-19 em caráter emergencial e migraram para ativos de risco, prejudicando a demanda por porto seguros, como o metal precioso.
O ouro encerrou a sessão desta sexta-feira (16) em leve queda. Aproveitando a tendência de recuperação das bolsas estrangeiras, investidores se ampararam em dados bem recebidos da economia americana e na possibilidade da Pfizer distribuir sua vacina experimental contra a Covid-19 em caráter emergencial e migraram para ativos de risco, prejudicando a demanda por porto seguros, como o metal precioso.
Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para dezembro fechou em baixa de 0,13%, a US$ 1. 906,40 por onça-troy. A variação semanal também foi negativa, mas em maior grau: 1,04%.
O pregão de apetite por risco derrubou a cotação do ouro ao longo do dia. Entre as notícias que induziram o movimento, estão o avanço de 1,9% nas vendas no varejo americano em setembro ante agosto, bem acima da previsão de alta de 0,7%, e a informação de que a Pfizer pretende pedir autorização para distribuir a vacina contra a Covid-19 em caráter emergencial já no final de novembro.
O fechamento negativo para a semana, por outro lado, se deve à dificuldade do ouro em atrair investidores, apesar do repique de casos de coronavírus. "Apesar dos novos temores em meio a infecções por Covid-19 em rápido aumento em muitas partes do mundo, os contratos de ouro e prata permaneceram limitados", dizem analistas do Julius Baer, em nota. "O foco dos mercados mudou para as perspectivas da política monetária dos Estados Unidos, e acreditamos que isso não fornecerá um gatilho iminente para outro movimento importante dos metais", acrescentam.
Agência Estado
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