Porto Alegre, sexta-feira, 16 de outubro de 2020.

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conjuntura

- Publicada em 09h26min, 16/10/2020.

IPC-S desacelera a 1,01% na 2ª semana de outubro, revela FGV

Vestuário (0,10% para 0,13%) foi um dos itens que foram em direção contrária

Vestuário (0,10% para 0,13%) foi um dos itens que foram em direção contrária


MARCELO G. RIBEIRO/arquivo/JC
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) perdeu força na segunda semana de outubro, tendo registrado alta de 1,01% ante acréscimo de 1,18% na semana anterior, informou nesta sexta-feira (16) a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador agora acumula alta de 3,45% em 2020 e de 4,75% nos últimos 12 meses. O número da segunda semana de outubro interrompe quatro leituras de aceleração no índice.
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) perdeu força na segunda semana de outubro, tendo registrado alta de 1,01% ante acréscimo de 1,18% na semana anterior, informou nesta sexta-feira (16) a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador agora acumula alta de 3,45% em 2020 e de 4,75% nos últimos 12 meses. O número da segunda semana de outubro interrompe quatro leituras de aceleração no índice.
Das oito classes de despesa que compõem o IPC-S, cinco desaceleraram, com destaque para Transportes, que passou de 0,60% para 0,24%. Nesta categoria, a FGV sublinhou o comportamento da gasolina, que foi de 1,34% na semana passada para 0,11% agora.
Também houve desaceleração em Educação, Leitura e Recreação (5,47% para 4,86%), puxada por passagem aérea (50,40% para 45,11%), em Alimentação, sob influência de laticínios (3,36% para 2,26%), Habitação, com destaque para condomínio residencial (0,26% para 0,15%) e em Despesas Diversas, influenciada por conserto de bicicleta (1,14% para 0,05%).
No movimento oposto, houve aceleração em Vestuário (0,10% para 0,13%), Comunicação (0,05% para 0,07%), e Saúde e Cuidados Pessoais (0,02% para 0,03%). Os itens destacados pela FGV para essas categorias foram, respectivamente, roupas (-0,02% para 0,18%), tarifa de telefone residencial (0,78% para 1,20%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,17% para 0,06%).
Agência Estado
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