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mercado financeiro

- Publicada em 15h49min, 15/10/2020.

Ouro fecha em leve alta com busca por segurança, mas dólar forte limita ganhos

Ouro com entrega para dezembro encerrou com ganho de 0,08%, a US$ 1.908,90 a onça-troy

Ouro com entrega para dezembro encerrou com ganho de 0,08%, a US$ 1.908,90 a onça-troy


VISUALHUNT.COM/DIVULGAÇÃO/JC
O ouro fechou em leve alta no pregão desta quinta-feira (15) com os investidores buscando segurança em meio a uma aversão a risco global, mas a força do dólar limitou os ganhos.
O ouro fechou em leve alta no pregão desta quinta-feira (15) com os investidores buscando segurança em meio a uma aversão a risco global, mas a força do dólar limitou os ganhos.
Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega para dezembro encerrou com ganho de 0,08%, a US$ 1.908,90 a onça-troy.
O aumento das restrições na Europa para conter o avanço da covid-19 e o impasse fiscal nos Estados Unidos geram cautela e aumentam a busca por segurança, mas o metal precioso não conseguiu sustentar uma alta forte. "O preço do ouro ainda depende fortemente do desempenho do dólar", afirma o analista Daniel Briesemann, do Commerzbank. Os contratos do metal são cotados na moeda dos EUA e se tornam mais caros e menos atrativos para detentores de outras divisas quando o dólar sobe.
No entanto, o banco alemão acredita que o ouro está "bem apoiado" e espera uma recuperação dos preços "renovada e duradoura" nas próximas semanas. "Afinal, novos casos de covid-19 continuam a aumentar em todo o mundo - não apenas nos Estados Unidos, mas também, por exemplo, em muitos países europeus. Isso está levando a temores de novas restrições extensas impostas à vida pública e, possivelmente, até mesmo novas quarentenas", justifica o Commerzbank.
Brisemann também comenta que, em caso de vitória do democrata Joe Biden nas eleições americanas em novembro, um novo pacote fiscal deve ser aprovado, o que elevaria a dívida do país e faria com que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) flexibilizasse ainda mais a política monetária.
Agência Estado
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