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Petróleo

- Publicada em 18h28min, 05/10/2020.

Petróleo: alta de 5%, com apetite por risco, dólar fraco e redução na oferta

O WTI para novembro subiu 5,86%, a US$ 39,22 o barril

O WTI para novembro subiu 5,86%, a US$ 39,22 o barril


ANDRÉ MOTTA DE SOUZA/AGÊNCIA PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC
Uma conjunção de fatores levou o petróleo a fechar o pregão desta segunda-feira (5) com alta superior a 5%. Além do apetite por risco que prevaleceu no mercado, devido a uma melhora no quadro de saúde do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a fraqueza do dólar, uma possível redução da oferta na Noruega e a formação de uma tempestade no Golfo do México também impulsionaram os preços da commodity energética.
Uma conjunção de fatores levou o petróleo a fechar o pregão desta segunda-feira (5) com alta superior a 5%. Além do apetite por risco que prevaleceu no mercado, devido a uma melhora no quadro de saúde do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a fraqueza do dólar, uma possível redução da oferta na Noruega e a formação de uma tempestade no Golfo do México também impulsionaram os preços da commodity energética.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para novembro subiu 5,86%, a US$ 39,22 o barril. Na Intercontinental Exchange (ICE), o Brent para dezembro avançou 5,14%, a US$ 41,29 o barril.
"Os preços estão sendo impulsionados pelo sentimento em geral mais positivo do mercado gerado pelas notícias de que o estado de saúde do presidente Trump melhorou", afirma o analista Carsten Fritsch, do banco alemão Commerzbank. Nesta tarde, Trump anunciou que deixará o hospital ainda hoje.
O otimismo no mercado também é impulsionado pela perspectiva de um possível novo pacote fiscal nos EUA. O dólar, por outro lado, se desvalorizou com a menor busca por segurança, o que deixa os contratos das commodities mais baratos e atrativos para detentores de outras divisas.
Na Noruega, uma greve de trabalhadores da petrolífera norueguesa Norwegian Oil and Gas Association (NOG) pode levar à paralisação de 8% da produção da commodity energética no país, ou 330 mil barris por dia (bpd). No entanto, Fritsch, do Commerzbank pondera que a oferta de petróleo na Líbia está aumentando, o que poderia compensar a redução no país nórdico. Além disso, o mercado monitora uma tempestade que se forma no Golfo do México e pode afetar a oferta americana de petróleo.
Agência Estado
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