Porto Alegre, quarta-feira, 23 de setembro de 2020.

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Trabalho

- Publicada em 11h33min, 23/09/2020. Atualizada em 11h33min, 23/09/2020.

Taxa de desocupação no RS fica estável em agosto

No mês passado, 4,5% dos gaúchos declararam estar afastados do trabalho devido ao distanciamento social

No mês passado, 4,5% dos gaúchos declararam estar afastados do trabalho devido ao distanciamento social


NÍCOLAS CHIDEM/JC
A taxa de desocupação no Rio Grande do Sul ficou em 9,9% em agosto, mantendo-se estável em relação a julho (10%). A informação consta na pesquisa Pnad Covid, divulgada nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao início da pesquisa, em maio (8,4%), houve crescimento de 1,5 ponto percentual.
A taxa de desocupação no Rio Grande do Sul ficou em 9,9% em agosto, mantendo-se estável em relação a julho (10%). A informação consta na pesquisa Pnad Covid, divulgada nesta quarta-feira (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao início da pesquisa, em maio (8,4%), houve crescimento de 1,5 ponto percentual.
Em todo o Brasil, a população desocupada, que era de 10,1 milhões em maio, passou para 12,3 milhões em julho e, agora, 12,9 milhões de pessoas (aumento de 5,5% no mês e de 27,6% desde o início da pesquisa).
Em agosto, 562 mil gaúchos procuraram emprego na semana anterior à pesquisa e não conseguiram. Outros 927 mil não procuraram emprego, mas gostariam de trabalhar. Destes, 521 mil declararam não ter procurado emprego devido à pandemia ou pela falta de trabalho na localidade. 
Em agosto, 4,5% dos gaúchos declararam estar afastados do trabalho devido ao distanciamento social. Esse percentual caiu em relação a julho (7%) e mais acentuadamente em relação a maio (12%).
O Rio Grande do Sul é um dos estados com maior proporção de pessoas em trabalho remoto. Segundo o IBGE, 10,6% dos gaúchos estavam em home office em agosto, atrás apenas de Distrito Federal (25,6%), Rio de Janeiro (17,7%), São Paulo (16%) e Rio Grande do Norte (10,7%). Já a Paraíba registrou o mesmo percentual (10,6%).
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