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Indústria

- Publicada em 17h08min, 21/09/2020. Atualizada em 17h10min, 21/09/2020.

Industrial gaúcho amplia confiança na atividade em setembro

O Índice de Expectativas das Empresas chegou a 70,3 pontos, 6,2 acima de agosto

O Índice de Expectativas das Empresas chegou a 70,3 pontos, 6,2 acima de agosto


RR SHOES/DIVULGAÇÃO/JC
Depois do mergulho de 15,9% no segundo trimestre frente ao primeiro trimestre de 2020, na apuração do PIB trimestral gaúcho, a indústria sinaliza pelo menos mais otimismo no desempenho do terceiro período. A Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei-RS), apurado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) chegou a 65,2 pontos em setembro, com alta pelo quarto mês consecutivo, segundo a entidade, com dados divulgados nesta segunda-feira (21).
Depois do mergulho de 15,9% no segundo trimestre frente ao primeiro trimestre de 2020, na apuração do PIB trimestral gaúcho, a indústria sinaliza pelo menos mais otimismo no desempenho do terceiro período. A Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei-RS), apurado pela Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) chegou a 65,2 pontos em setembro, com alta pelo quarto mês consecutivo, segundo a entidade, com dados divulgados nesta segunda-feira (21).
Frente a agosto, o Icei-RS avançou 8,5 pontos. A Fiergs observa que o patamar neste mês foi quase o dobro em pontos em relação a maio, quando a confiança bateu em 33,2 pontos, mínimo histórico do mês na série.
Pelos dados do PIB trimestral, calculado pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE), ligado ao Estado, todas as atividades da indústria de transformação tiveram queda, puxada pela de veículos, reboques e carrocerias (-70,2%), couros e calçados (-50,0%) e máquinas e equipamentos (-14,1%). As menores baixas foram registradas nas atividades de produtos alimentícios (-0,2%), bebidas (-0,2%) e celulose e papel (-0,4%).
A equipe do DEE projeta uma recuperação de parte das perdas a partir do terceiro trimestre.
“O retorno gradual das atividades econômicas e a flexibilização das medidas de isolamento social no país explicam em parte o resultado", atribui o presidente da Fiergs, Gilberto Petry. O dirigente cita que, mesmo assim, o nível é bem baixo, com impactos fortes ainda da pandemia. 
Pela metodologia, o índice vai de zero a cem pontos, acima de 50 é indicador de percepção otimista. O Índice de Condições Atuais subiu 11,7 pontos e alcançou 59,4 pontos. Foi o primeiro valor acima de 50 desde março. Já o Índice de Expectativas para os próximos seis meses aumentou em setembro e chegou a 68,1, numa sequência de cinco apurações em alta.
O Índice de Expectativas das Empresas chegou a 70,3 pontos, 6,2 acima de agosto. "Mais de 75% dos empresários estão otimistas com o futuro da empresa", destaca a Fiergs.
A pesquisa foi realizada entre 1º e 14 de setembro com 203 empresas, sendo 41 pequenas, 60 médias e 102 grandes.
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