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mercado financeiro

- Publicada em 10h35min, 18/09/2020. Atualizada em 10h35min, 18/09/2020.

Dólar acompanha mau humor externo e opera em alta ante o real

Em alta de 0,84%, dólar à vista era cotado a R$ 5,27

Em alta de 0,84%, dólar à vista era cotado a R$ 5,27


FREEPIK/REPRODUÇÃO/JC
O dólar opera em leve alta ante o real na manhã desta sexta-feira (18) alinhado ao fortalecimento da divisa americana ante divisas de países emergentes e exportadores de commodities registrado nos últimos minutos. A decepção com os planos de Bancos Centrais no mundo - sobretudo o americano - e o aumento do temor com a pandemia, dados os novos números da transmissão na Europa e o novo alerta da OMS esvaziam o fôlego do investidor em apostar em um cenário mais construtivo e promissor. Às 10h24min, o dólar à vista era cotado a R$ 5,2756, em alta de 0,84%. No mercado futuro, o dólar para liquidação em outubro subia 0,70%, para R$ 5,2770.
O dólar opera em leve alta ante o real na manhã desta sexta-feira (18) alinhado ao fortalecimento da divisa americana ante divisas de países emergentes e exportadores de commodities registrado nos últimos minutos. A decepção com os planos de Bancos Centrais no mundo - sobretudo o americano - e o aumento do temor com a pandemia, dados os novos números da transmissão na Europa e o novo alerta da OMS esvaziam o fôlego do investidor em apostar em um cenário mais construtivo e promissor. Às 10h24min, o dólar à vista era cotado a R$ 5,2756, em alta de 0,84%. No mercado futuro, o dólar para liquidação em outubro subia 0,70%, para R$ 5,2770.
Na manhã desta sexta, o presidente da distrital de Atlanta do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), Raphael Bostic, afirmou que enxerga sinais de que a recuperação da economia dos Estados Unidos está se desacelerando. Em entrevista, o dirigente exortou o Congresso a implementar novas medidas de estímulos fiscais para apoiar setores com maior dificuldade no processo de retomada. Soma-se ao mal estar global a insegurança do investidor doméstico sobre a capacidade da equipe de Paulo Guedes de diálogo e de tocar as reformas da prometida agenda de campanha.
A turbulência da semana - em que o Planalto ameaçou com "cartão vermelho" a equipe econômica - pôs técnicos e secretários sob silêncio, segundo apurou o Estadão. Algumas privatizações - como a da Casa da Moeda - foram pública e claramente proibidas ontem pelo presidente Jair Bolsonaro, que declarou que sua decisão não configura interferência no trabalho do Ministério da Economia.
Agência Estado
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