Porto Alegre, quarta-feira, 23 de setembro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quarta-feira, 23 de setembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Petróleo

- Publicada em 15h59min, 17/09/2020.

Petróleo fecha em alta, com restrição à oferta em foco em dia de reunião da Opep+

Petróleo WTI para outubro fechou em alta de 2,02%, em US$ 40,97 o barril

Petróleo WTI para outubro fechou em alta de 2,02%, em US$ 40,97 o barril


ECOVIX/DIVULGAÇÃO/JC
Os contratos futuros de petróleo fecharam em território positivo nesta quinta-feira (17) com investidores atentos à reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+). O fato de o grupo continuar a agir para conter a oferta e apoiar os preços influenciou, em dia também de cautela sobre a produção no Golfo do México, diante da passagem pela área do furacão Sally.
Os contratos futuros de petróleo fecharam em território positivo nesta quinta-feira (17) com investidores atentos à reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+). O fato de o grupo continuar a agir para conter a oferta e apoiar os preços influenciou, em dia também de cautela sobre a produção no Golfo do México, diante da passagem pela área do furacão Sally.
O petróleo WTI para outubro fechou em alta de 2,02%, em US$ 40,97 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para novembro subiu 2,56%, a US$ 43,30 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
No início do dia, os contratos chegaram a recuar cerca de 1%, devolvendo parte dos ganhos robustos do dia anterior. Inicialmente, o Comitê de Monitoramento Ministerial Conjunto (JMMC, na sigla em inglês) da Opep+ adotou tom de cautela hoje ao avaliar o mercado, com a Arábia Saudita por exemplo insistindo na importância de se respeitar o acordo para cortar a oferta.
Após o encontro, o JMMC recomendou que a Opep+ estenda os cortes na produção de petróleo até dezembro. O ministro da Energia russo, Alexander Novak, previu que a demanda global pela commodity se normalize no segundo trimestre do próximo ano.
Após o comunicado do JMMC, o petróleo ganhou mais fôlego. Houve ainda relatos de que a Opep+ poderia ter reunião extraordinária em outubro para discutir medidas extras, caso a situação no mercado se deteriore.
A Moody's avalia que o ritmo da recuperação dos preços do óleo será mais lento de agora em diante e dependerá, obviamente, do quadro na demanda. Em relatório, a agência prevê que o preço médio para o barril da commodity fique entre US$ 40 e US$ 45 no curto prazo e entre US$ 45 e US$ 65 no médio prazo.
Agência Estado
Comentários CORRIGIR TEXTO