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mercado financeiro

- Publicada em 15h51min, 14/09/2020.

Ouro fecha em alta com dólar fraco e expectativa por Fed dovish

Ouro com entrega para dezembro subiu 0,81%, a US$ 1.963,70 a onça-troy

Ouro com entrega para dezembro subiu 0,81%, a US$ 1.963,70 a onça-troy


VISUALHUNT.COM/DIVULGAÇÃO/JC
O ouro fechou o pregão desta segunda-feira (14) em alta, apoiado pelo dólar em baixa na comparação com outras divisas fortes e pela expectativa em torno da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) que será divulgada nesta quarta-feira, 16.
O ouro fechou o pregão desta segunda-feira (14) em alta, apoiado pelo dólar em baixa na comparação com outras divisas fortes e pela expectativa em torno da decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) que será divulgada nesta quarta-feira, 16.
Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro com entrega para dezembro subiu 0,81%, a US$ 1.963,70 a onça-troy.
"A reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) desta semana provavelmente confirmará que o Fed continuará com sua política monetária ultrafrouxa por algum tempo ainda", afirma o analista de metais preciosos Carsten Fritsch, do Commerzbank.
O rali recente do ouro foi sustentado, entre outros motivos, pelos juros baixos no mundo todo, resultado da tentativa dos bancos centrais de mitigar os impactos da crise gerada pela pandemia de covid-19.
Pressionado pela força do euro e da libra, além da menor busca por segurança no mercado em meio ao otimismo com notícias sobre vacinas e aquisições no setor corporativo, o dólar recua no pregão de hoje, o que deixa os contratos do ouro, cotados na moeda dos EUA, mais baratos para detentores de outras divisas.
Analista do Julius Baer, Carsten Menke destaca a relativa calmaria nos mercados de ouro e prata nos últimos dias, após o rali que começou em julho. "Os preços permaneceram oscilantes, refletindo o movimento de fatores típicos, como o dólar dos EUA e os rendimentos reais dos títulos dos EUA. Os mercados parecem ter mudado para o modo de esperar para ver", avalia o profissional do banco suíço.
Agência Estado
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