Porto Alegre, quarta-feira, 23 de setembro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quarta-feira, 23 de setembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Combustíveis

- Publicada em 09h49min, 12/09/2020. Atualizada em 12h18min, 12/09/2020.

BR Distribuidora se defende de acusação de prática anticompetitiva pelo Cade

Investigação começou em fevereiro de 2014, após denúncia feita pela empresa Gran Petro

Investigação começou em fevereiro de 2014, após denúncia feita pela empresa Gran Petro


MARCO QUINTANA/JC
A BR Distribuidora publicou fato relevante para se defender da acusação da superintendência geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de que junto, com a Air BP Brasil, a Raízen Combustíveis e a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU Airport), teria adotado "prática anticompetitiva" no mercado de distribuição de querosene de aviação no aeroporto de Guarulhos, o maior do Brasil.
A BR Distribuidora publicou fato relevante para se defender da acusação da superintendência geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de que junto, com a Air BP Brasil, a Raízen Combustíveis e a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos (GRU Airport), teria adotado "prática anticompetitiva" no mercado de distribuição de querosene de aviação no aeroporto de Guarulhos, o maior do Brasil.
"A companhia informa que irá adotar todos os meios necessários para sua defesa e reitera pautar sua atuação pelas melhores práticas comerciais e concorrenciais, com ética e respeito aos seus clientes, exigindo o mesmo comportamento dos seus parceiros comerciais e força de trabalho", destaca o fato relevante.
A BR Distribuidora destaca ainda que a Nota Técnica do Cade "não caracteriza condenação de qualquer dos representados", mas somente parecer opinativo, que ainda será submetido à apreciação do Tribunal.
De acordo com a superintendência geral do Cade, a investigação começou em fevereiro de 2014, após denúncia feita pela empresa Gran Petro. A acusação é que as distribuidoras e a concessionária estariam dificultando sua entrada no pool de distribuição de combustível no aeroporto de Guarulhos. Se condenadas, poderão pagar multas de até 20% de seu faturamento bruto.
Segundo a superintendência, GRU Airport, Air BP Brasil, BR Distribuidora e Raízen Combustíveis colocaram em contrato um dispositivo que previa que o uso da base de abastecimento compartilhada no aeroporto dependeria da anuência das participantes do pool.
Comentários CORRIGIR TEXTO