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mercado financeiro

- Publicada em 18h48min, 11/09/2020.

Bolsas de NY fecham sem sinal único, mas Nasdaq registra pior semana desde março

Ações do setor de tecnologia estiveram entre as mais penalizadas

Ações do setor de tecnologia estiveram entre as mais penalizadas


JOHN MOORE/GETTY IMAGES/AFP/JC
As bolsas de Nova Iorque abriram em alta, mas ao longo do dia houve aversão a risco e, com isso, os ganhos foram reduzidos. Isso levou a um fechamento sem sinal único, com queda especial nos setores de tecnologia e comunicações. Na semana, o quadro foi de perdas, com a Nasdaq no pior desempenho semanal desde março.
As bolsas de Nova Iorque abriram em alta, mas ao longo do dia houve aversão a risco e, com isso, os ganhos foram reduzidos. Isso levou a um fechamento sem sinal único, com queda especial nos setores de tecnologia e comunicações. Na semana, o quadro foi de perdas, com a Nasdaq no pior desempenho semanal desde março.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,48%, a 27665,64 pontos, com recuo de 1,66% na semana. O S&P 500 subiu 0,05%, a 3340,97 pontos, nível 2,51% inferior ao de sexta-feira passada. O Nasdaq recuou 0,60%, a 10853,55 pontos, com perda de 4,06% na semana.
A queda semanal da Nasdaq foi a pior desde a registrada em 20 de março, quando a pandemia de Covid-19 atingiu em cheio o mercado e o índice cedeu 12,64% na comparação semanal. E, mais uma vez, ações do setor de tecnologia estiveram entre as mais penalizadas. Apple recuou 1,31%, Microsoft cedeu 0,65% e a Amazon perdeu 1,85%.
Dúvidas sobre a valorização das techs, incertezas sobre a eleição nos EUA e a falta de acordo em Washington por um novo pacote fiscal pesaram no sentimento do investidor nesta semana.
A LPL Financial classificou o atual momento do mercado acionário americano como "dias ruins", e lembrou que na quarta-feira, dia 2 de setembro, S&P 500 e Nasdaq haviam atingido máximas históricas de fechamento. O S&P 500 caiu mais de 6% após o recorde, fato que havia se passado pela última vez em outubro de 1989.
Nos indicadores, o principal nesta sexta foi a divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos em agosto, que apresentou alta superior às expectativas dos analistas, de 0,4%, na comparação com julho, enquanto a previsão era de 0,3%.
A alta no núcleo também foi de 0,4%, "revertendo as quedas na primavera", e com destaque para veículos usados, segundo análise do Wells Fargo. O dia foi positivo para boa parte das montadoras, com a Ford Motors fechando em alta de 1,30%, a GM avançando 0,96%, e a Fiat Chrysler subindo 1,03%.
Agência Estado
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