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Mercado financeiro

- Publicada em 18h01min, 10/09/2020. Atualizada em 18h14min, 10/09/2020.

Bolsas de Nova Iorque fecham em baixa, com energia e tecnologia liderando perdas

Mais uma vez, ações do setor de tecnologia estiveram entre as mais penalizadas

Mais uma vez, ações do setor de tecnologia estiveram entre as mais penalizadas


JOHN MOORE/GETTY IMAGES/AFP/JC
As bolsas de Nova Iorque abriram em alta, apoiadas pelo reforço do compromisso do Banco Central Europeu (BCE) em apoiar a economia da zona do euro. Ao longo do dia, porém, o quadro piorou, com dados econômicos fracos e o impasse sobre novos estímulos fiscais nos Estados Unidos, com fechamento negativo hoje do mercado acionário.
As bolsas de Nova Iorque abriram em alta, apoiadas pelo reforço do compromisso do Banco Central Europeu (BCE) em apoiar a economia da zona do euro. Ao longo do dia, porém, o quadro piorou, com dados econômicos fracos e o impasse sobre novos estímulos fiscais nos Estados Unidos, com fechamento negativo hoje do mercado acionário.
O índice Dow Jones fechou em queda de 1,45%, a 27.534,58 pontos, o S&P 500 caiu 1,76%, a 3.339,19 pontos, e o Nasdaq recuou 1,99%, a 10.919,59 pontos.
Mais uma vez, ações do setor de tecnologia estiveram entre as mais penalizadas. Apple recuou 3,26%, Microsoft cedeu 2,80% e IBM, 1,39%.
O setor que mais caiu, porém, foi o de energia, em dia de baixas do petróleo, com ExxonMobil em queda de 2,50% e ConocoPhillips, de 4,47%. Entre outros papéis importantes, Boeing fechou em baixa de 1,92% e, entre os bancos, Goldman Sachs perdeu 1,09% e Citigroup, 0,88%.
Na agenda de indicadores, os novos pedidos de auxílio-desemprego ficaram estáveis em 884 mil na semana, ante previsão de 850 mil dos analistas, em mais uma mostra da dificuldade na retomada do mercado de trabalho.
A Oxford Economics comenta em relatório que os EUA ganhavam fôlego em agosto, mas a consultoria diz que o desemprego ainda alto e o impasse no Congresso sobre o "urgentemente necessário apoio fiscal" lançam dúvidas sobre a velocidade e a durabilidade da retomada.
Na tarde desta quinta, o Senado americano não aprovou um pacote fiscal defendido pelos governistas republicanos. A oposição argumenta que a medida era insuficiente e cobra apoio mais robusto, mas a imprensa americana comenta que, nesse impasse, diminui a chance de qualquer novo pacote fiscal antes da eleição de novembro.
Agência Estado
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