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mercado financeiro

- Publicada em 17h06min, 31/08/2020. Atualizada em 17h06min, 31/08/2020.

Ouro fecha em leve alta, com dólar fraco, mas busca por segurança contida

barras de ouro - crédito Photo via VisualHunt.com VISUALHUNT.COM/DIVULGAÇÃO/JC

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VISUALHUNT.COM/DIVULGAÇÃO/JC
O contrato futuro de ouro mais líquido fechou com pouca variação nesta segunda-feira, 31, em leve alta. Ainda que apoiado pelo dólar fraco após a repercussão dos anúncios do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na última semana, o metal não foi tão demandado, diante de um quadro em geral de apetite por risco e menor busca por segurança.
O contrato futuro de ouro mais líquido fechou com pouca variação nesta segunda-feira, 31, em leve alta. Ainda que apoiado pelo dólar fraco após a repercussão dos anúncios do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) na última semana, o metal não foi tão demandado, diante de um quadro em geral de apetite por risco e menor busca por segurança.
Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), a onça-troy do ouro para dezembro encerrou em alta de 0,19%, a US$ 1.978,60.
O impulso no preço segue os indicativos do Fed na última semana, que elevaram o preço do metal na última sexta-feira ao maior valor nas últimas duas semanas.
O movimento é guiado por um "dólar enfraquecido e que está sob pressão" desde o anúncio da mudança de diretrizes do banco central americano, avalia o Commerzbank.
A agência de classificação de risco Fitch na última sexta-feira elevou suas perspectivas para o ouro entre 2020 e 2021, indicando em relatório justamente que as baixas taxas de juros e o "dólar enfraquecido" devem permanecer no próximo ano. No entanto, a agência indicou também que há possibilidade de um cenário melhor para investimentos mais rentáveis.
Os ganhos com o dólar mais fraco estariam assim limitados, e uma marca acima dos US$ 2 mil a onça-troy para o ouro é improvável na visão do Commerzbank, com interesse "insuficiente dos investidores no momento". "Investidores financeiros especulativos continuam a sair do ouro", aponta o banco.
Agência Estado
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