Porto Alegre, quinta-feira, 24 de setembro de 2020.

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mercado financeiro

- Publicada em 10h02min, 25/08/2020.

Dólar recua em linha com exterior, mas risco fiscal segue no radar

Dólar à vista caía 0,57%, cotado a R$ 5,55

Dólar à vista caía 0,57%, cotado a R$ 5,55


FREEPIK/REPRODUÇÃO/JC
O dólar opera em baixa nesta terça-feira (25) sintonizado com a desvalorização externa ante divisas fortes e emergentes e ligadas a commodities. Os principais catalisadores internacionais são os progressos vistos por EUA e China no acordo comercial assinado no começo do ano e a segunda estimativa do PIB da Alemanha no segundo trimestre melhor que o esperado por analistas.
O dólar opera em baixa nesta terça-feira (25) sintonizado com a desvalorização externa ante divisas fortes e emergentes e ligadas a commodities. Os principais catalisadores internacionais são os progressos vistos por EUA e China no acordo comercial assinado no começo do ano e a segunda estimativa do PIB da Alemanha no segundo trimestre melhor que o esperado por analistas.
No Brasil, o IPCA-15 de agosto veio em linha com a mediana (+0,23%) e dentro do intervalo das projeções do mercado (+0,05% a +0,37%), ficando em segundo plano no câmbio. Mas, os operadores seguem atentos ao desentendimento entre o presidente Jair Bolsonaro e a equipe econômica em relação ao valor sugerido para o Renda Brasil, de R$ 247, considerado baixo pelo mandatário do País. Bolsonaro repetiu que o valor do benefício deve ficar em um "meio termo" entre R$ 200 e os R$ 600 já pagos a beneficiários em cinco parcelas. Empolgado com os efeitos do auxílio emergencial na sua popularidade, Bolsonaro vê no Renda Brasil uma oportunidade de reeleição.
Nesta terça-feira (25), o governo vai apresentar apenas o programa Casa Verde Amarela, uma reformulação do Minha Casa, Minha Vida, como um dos "projetos prioritários para a geração de empregos" e para a retomada da economia. Deve ser anunciada a redução dos juros cobrados nos financiamentos habitacionais, principalmente para as regiões Norte e Nordeste.
Às 9h45min, o dólar à vista caía 0,57%, a R$ 5,5585. O dólar futuro para setembro recuava 0,54%, a R$ 5,5825. Mais cedo, a Fundação Getulio Vargas (FGV) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) perdeu força em cinco das sete capitais pesquisadas na terceira quadrissemana de agosto. O indicador cheio desacelerou a 0,51%, de 0,52% na quadrissemana anterior. Mas o Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 10,5 pontos na passagem de julho para agosto, para 96,6 pontos, a quarta alta consecutiva. Em médias móveis trimestrais, o indicador teve crescimento de 9,7 pontos.
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Agência Estado
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