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- Publicada em 16h23min, 18/08/2020. Atualizada em 16h23min, 18/08/2020.

Petróleo fecha quase estável e sem sinal único, com dólar fraco no radar

O petróleo WTI para outubro, contrato mais líquido, fechou em baixa de 0,12%, a US$ 43,12 o barril

O petróleo WTI para outubro, contrato mais líquido, fechou em baixa de 0,12%, a US$ 43,12 o barril


AGÊNCIA PETROBRAS/DIVULGAÇÃO/JC/JC
Os contratos futuros de petróleo fecharam sem sinal único. A commodity chegou a recuar no início do dia, mas foi apoiada pela fraqueza do dólar, embora os contratos tenham mostrado pouco impulso, um dia após o WTI já ter atingido máximas desde março.
Os contratos futuros de petróleo fecharam sem sinal único. A commodity chegou a recuar no início do dia, mas foi apoiada pela fraqueza do dólar, embora os contratos tenham mostrado pouco impulso, um dia após o WTI já ter atingido máximas desde março.
O petróleo WTI para outubro, contrato mais líquido, fechou em baixa de 0,12%, a US$ 43,12 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para outubro subiu 0,20%, a US$ 45,46 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
No câmbio, o índice DXY, que mede o dólar ante outras moedas principais, atingiu mínimas em dois anos hoje. Isso torna o petróleo mais barato para os detentores de outras divisas e tende a apoiar o apetite pelo óleo.
Por outro lado, ainda há muitas dúvidas sobre a retomada da demanda, por causa da pandemia da covid-19 e de novos surtos de casos da doença em países importantes, como a Alemanha. Entre as notícias do setor, nesta quarta-feira deve haver reunião virtual do Comitê de Monitoramento Ministerial Conjunto (JMMC, na sigla em inglês) da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+), a fim de verificar o cumprimento do acordo para restringir a oferta do óleo.
A Sucden Financial já destacava em relatório mais cedo que os contratos oscilavam nesta terça, 18, dentro de uma faixa. O Commerzbank, por sua vez, notou que os preços eram apoiados por notícias de que o nível de cumprimento do acordo da Opep+ seria alto, de cerca de 95%.
Agência Estado
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