Porto Alegre, quinta-feira, 24 de setembro de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
quinta-feira, 24 de setembro de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

mercado financeiro

- Publicada em 16h17min, 06/08/2020. Atualizada em 16h17min, 06/08/2020.

Rali do ouro não dá trégua e leva contrato a renovar máxima histórica

Na Comex, o ouro para dezembro fechou em alta de 0,98%, a US$ 2.069,4 por onça-troy

Na Comex, o ouro para dezembro fechou em alta de 0,98%, a US$ 2.069,4 por onça-troy


VISUALHUNT.COM/DIVULGAÇÃO/JC
Por mais uma sessão, o ouro voltou a fechar o dia em alta nesta quinta-feira (6), renovando novamente sua máxima histórica, com ajuda do quadro global incerto e do baixo rendimento dos títulos públicos americanos.
Por mais uma sessão, o ouro voltou a fechar o dia em alta nesta quinta-feira (6), renovando novamente sua máxima histórica, com ajuda do quadro global incerto e do baixo rendimento dos títulos públicos americanos.
Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o ouro para dezembro fechou em alta de 0,98%, a US$ 2.069,4 por onça-troy.
Ao longo do dia, o ouro bateu na máxima de US$ 2.081,8 por onça-troy.
A escalada do metal precioso, considerado um investimento para momentos de cautela, segue galopante no exterior, na medida em que ainda há muita incerteza no mercado diante da crise do novo coronavírus e seus impactos sobre a atividade global, além do avanço incessante da doença.
Os juros rendimentos dos Treasuries, ativos também considerados portos seguros no sistema financeiro, são outro apoio ao rali, já que investidores buscam retornos melhores nesta commodity.
 
Mas analistas pontuam que uma queda significativa para o ouro pode acontecer a qualquer momento, justamente pela valorização de mais de 30% em 2020.
"O aumento do preço está excessivo e, portanto, reveses graves são possíveis a qualquer momento. No final de julho, por exemplo, o ouro caiu US$ 70 em poucas horas", alerta Carsten Fritsch, do Commerzbank.
Agência Estado
Comentários CORRIGIR TEXTO