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Agronegócio

- Publicada em 14h38min, 02/08/2020. Atualizada em 14h40min, 02/08/2020.

Quarta nuvem de gafanhotos é nova ameaça na Argentina

Monitoramento foi intensificado no norte argentino, nas fronteiras com Bolívia e Paraguai

Monitoramento foi intensificado no norte argentino, nas fronteiras com Bolívia e Paraguai


Senasa/Sindag/Divulgação
Novo relatório do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar do país (Senasa) trouxe um novo alerta para produtores rurais e comunidades especialmente do norte do país.
Novo relatório do Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar do país (Senasa) trouxe um novo alerta para produtores rurais e comunidades especialmente do norte do país.
O anúncio chamou a atenção para a província do Chaco e da região de Salta sobre movimentação, neste final de semana, de duas nuvens que estão na província de Formosa e para o surgimento de uma quarta nuvem, que ficaria mais ativa com o calor registrado desde sábado, com máximas acima dos 30 graus.
Técnicos do Senasa, que também estão atentos à possibilidade do ingresso de uma terceira nuvem pelo norte, na região da tríplice fronteira com o Paraguai e a Bolívia. Ela estaria acima da província de Salta e, caso atravessasse a fronteira, seria a quarta nuvem no território.
No Brasil, de acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola, que monitora a situação nos dois países, apesar do tempo mais quente favorecer o voo dos gafanhotos, a tendência por enquanto é de que eles não rumem para cá. A nuvem que estava mais próxima da fronteira gaúcha, foi eliminada na última semana.
Isso porque a previsão até a próxima semana é de que o vento no norte argentino siga soprando para oeste. Ao mesmo tempo em que os insetos remanescentes da nuvem na fronteira Argentina Uruguai não oferecem mais risco ao País. O estado de alerta no Rio Grande do Sul se iniciou em junho, quando a nuvem eliminada há cerca de uma semana em Entre Rios circulou por cerca de um mês na província de Corrientes, na área da fronteira argentina com o território gaúcho.
A situação motivou o Ministério da Agricultura brasileiro a decretar emergência fitossanitária pelo prazo de um ano e estabelecer um protocolo de emergência para o controle dos insetos. Tendo na sequência o governo gaúcho estabelecido o plano de contingência contra a praga – prevendo o uso da aviação agrícola. Preparativos que seguem valendo para os próximos meses.
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