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- Publicada em 16h46min, 28/07/2020. Atualizada em 16h46min, 28/07/2020.

Petróleo fecha em queda, com fraqueza na demanda e Covid-19 no radar

O petróleo WTI para setembro fechou em queda de 1,35%, a US$ 41,04 o barril, na Nymex

O petróleo WTI para setembro fechou em queda de 1,35%, a US$ 41,04 o barril, na Nymex


EUNICE ADORNO/AFP/JC
Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta terça-feira, com investidores atentos ao quadro para a demanda, em meio a dificuldades na retomada econômica, diante de novas ondas da Covid-19 em vários países. Além disso, a expectativa por mais estímulos nos Estados Unidos esteve em foco, mas também as divergências em Washington sobre o assunto.
Os contratos futuros de petróleo fecharam em baixa nesta terça-feira, com investidores atentos ao quadro para a demanda, em meio a dificuldades na retomada econômica, diante de novas ondas da Covid-19 em vários países. Além disso, a expectativa por mais estímulos nos Estados Unidos esteve em foco, mas também as divergências em Washington sobre o assunto.
O petróleo WTI para setembro fechou em queda de 1,35%, a US$ 41,04 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para outubro caiu 0,66%, a US$ 43,61 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
O Commerzbank afirma em relatório que o petróleo tem sido sustentado recentemente pelo dólar mais fraco, já que isso tende a tornar a commodity mais barata para os detentores de outras moedas. Além disso, o banco alemão acredita que a ampla oferta de dinheiro no atual contexto nos EUA apoiou as compras do petróleo recentemente, com os preços apoiados ainda pela boa disciplina da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) no cumprimento do acordo para conter a produção.
Nesta terça, porém, os contratos caíram, em dia em geral de menor apetite por risco nos mercados internacionais. No caso desse mercado, há dúvidas sobre a força da retomada na demanda. A Flórida, por exemplo, bateu recorde diário de mortes pela Covid-19, enquanto a Alemanha desaconselhou viagens ao país. Analistas têm destacado o fato de que parte da demanda, como viagens ao escritório ou a negócios e férias, dependem de um controle maior sobre a doença.
 
Nos EUA, a situação republicana almeja um novo pacote de US$ 1 trilhão para apoiar a economia, mas integrantes do Partido Democrata consideraram o montante baixo para o quadro atual. A expectativa é que as negociações sobre o tema continuem em Washington nos próximos dias.
Agência Estado
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