Porto Alegre, sábado, 18 de julho de 2020.

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Comércio

- Publicada em 03h06min, 08/07/2020. Alterada em 03h00min, 08/07/2020.

ACPA debate impacto do cenário atual em empresas

Evento contou com participação do diretor comercial do JC

Evento contou com participação do diretor comercial do JC


ACPA/FACEBOOK/REPRODUÇÃO/JC
A Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA) promoveu, nesta terça-feira, a edição on-line do MenuPOA, com o tema "O cenário atual e suas implicações nos mais diversos setores". O evento contou com a participação do diretor de operações do Jornal do Comércio, Giovanni Tumelero, e do sócio fundador da Lídio Carraro Vinícola Boutique, Juliano Carraro, e foi mediado pelo presidente da ACPA, Paulo Afonso Pereira.
A Associação Comercial de Porto Alegre (ACPA) promoveu, nesta terça-feira, a edição on-line do MenuPOA, com o tema "O cenário atual e suas implicações nos mais diversos setores". O evento contou com a participação do diretor de operações do Jornal do Comércio, Giovanni Tumelero, e do sócio fundador da Lídio Carraro Vinícola Boutique, Juliano Carraro, e foi mediado pelo presidente da ACPA, Paulo Afonso Pereira.
A videoconferência debateu o impacto da pandemia do coronavírus nos respectivos segmentos dos convidados. Tumelero destacou o alinhamento dos trabalhos dos profissionais em home office, e também ressaltou o fortalecimento das atividades digitais do Jornal do Comércio no atual momento de isolamento social recomendado. "A gente tem achado boas alternativas para crescer na parte digital, tanto em faturamento quanto em audiência, que são duas coisas que estão interligadas", afirma. "Quando a gente vê isso crescendo nos dá uma motivação muito grande. As pessoas enxergam um caminho diferente do tradicional, e o mercado vai ditar a existência do tradicional".
Carraro falou sobre o impacto do abre-e-fecha decorrente da mudança de bandeiras, citando que prejudica as atividades econômicas e o planejamento, especialmente dentro da área turística, que movimenta a Serra, que até recentemente estava em bandeira vermelha. "Acabamos recebendo muitas visitas de pessoas que estavam chateadas porque acaba influenciando negativamente uma série de negócios", lamentou, cobrando responsabilidade dos gestores públicos.
Pereira, de acordo com essa visão, afirmou que faltou planejamento por parte das gestões estadual e municipal, tanto para reabrir quanto para fechar. Além disso, questionou que não houve suavização dos impostos. "Se não nos dão condição de faturar, poderiam ter a decência de prorrogar os tributos", disse.
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