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mercado financeiro

Alterada em 29/06 às 18h10min

Bolsas de Nova Iorque fecham em alta, com dado, Boeing e Fed no radar

O índice Dow Jones avançou 2,32%, a 25.595,80 pontos

O índice Dow Jones avançou 2,32%, a 25.595,80 pontos


BRYAN R. SMITH/AFP/JC
As bolsas de Nova Iorquetiveram abertura mista, mas ganharam fôlego e fecharam com ganhos superiores a 1%, no caso dos índices S&P 500 e Nasdaq, e a 2%, no caso do Dow Jones. Um dado positivo da economia dos Estados Unidos ajudou o humor, apoiado ainda pelos fortes ganhos da Boeing e também por mais uma medida de estímulo do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Com isso, ficou em segundo plano no mercado acionário a continuidade da disseminação da Covid-19 pelo país e o fato de que alguns Estados, por isso, tiveram de fazer uma pausa na reabertura econômica.
As bolsas de Nova Iorquetiveram abertura mista, mas ganharam fôlego e fecharam com ganhos superiores a 1%, no caso dos índices S&P 500 e Nasdaq, e a 2%, no caso do Dow Jones. Um dado positivo da economia dos Estados Unidos ajudou o humor, apoiado ainda pelos fortes ganhos da Boeing e também por mais uma medida de estímulo do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Com isso, ficou em segundo plano no mercado acionário a continuidade da disseminação da Covid-19 pelo país e o fato de que alguns Estados, por isso, tiveram de fazer uma pausa na reabertura econômica.
O índice Dow Jones avançou 2,32%, a 25.595,80 pontos, o S&P 500 subiu 1,47%, a 3.053,24 pontos, e o Nasdaq registrou alta de 1,20%, a 9.874,15 pontos.
<div style="text-align: center;"><a href="https://www.jornaldocomerciocampanha.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img src="https://www.jornaldocomercio.com/imagens/87anos40050materias.png" width="400" height="50" align="middle" /></a></div>
Após abertura sem sinal único, os índices melhoraram após as vendas pendentes de imóveis avançarem 44,3% em maio ante abril, bem acima da previsão de alta de 15% dos analistas. Além disso, o papel da Boeing ajudou. A ação subiu 14,40% hoje, impulsionando o Dow Jones, diante da notícia de que autoridades regulatórias do setor aéreo estão prestes a iniciar testes de voo para certificar o modelo 737 MAX. Com isso, essa aeronave poderia voltar a voar por volta do fim deste ano.
O Fed ainda ajudou as bolsas, ao anunciar que comprará títulos de dívida corporativa recém emitidos por grandes empresas, em mais uma medida de estímulo à economia.
Em relatório, o ING comenta que a relação entre o mercado acionário e a economia real está "frouxa", no momento atual. O banco aponta que as medidas para conter o problema têm ajudado a apoiar as bolsas.

<div><strong>&gt;</strong> <span style="color: #3366ff;"><strong><span style="text-decoration: underline;"><a style="color: #3366ff; text-decoration: underline;" href="https://www.jornaldocomercio.com/index.php?id=/especiais/coronavirus/index.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Confira a cobertura completa da pandemia de coronav&iacute;rus</a></span></strong></span></div>
Outra ação em foco hoje foi a do Facebook, que subiu 2,11%. Com isso, porém, ela reverteu apenas em parte a queda de 8,32% da sexta-feira, em meio à pressão de várias companhias, que têm retirado anúncios da rede social para forçá-la a ser mais dura contra discursos de ódio. Alphabet ganhou 2,54% e Apple, 2,30%, mas Amazon recuou 0,46%.
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