Porto Alegre, quinta-feira, 25 de junho de 2020.

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Mercado financeiro

Alterada em 25/06 às 15h51min

Ouro fecha em queda com alta do dólar e realização de lucros

Ouro para agosto encerrou em queda de 0,40% nesta quinta-feira

Ouro para agosto encerrou em queda de 0,40% nesta quinta-feira


VISUALHUNT.COM/DIVULGAÇÃO/JC
O contrato futuro mais líquido de ouro fechou a quinta-feira (25) em queda, com o dólar forte impactando compras do metal precioso. Apesar da volatilidade nos mercados acionários hoje, respondendo ao noticiário sobre a pandemia, o ouro não se beneficiou como porto seguro. Analistas apontam realização de lucros, com participantes do mercado vendendo o metal para ganhar liquidez.
O contrato futuro mais líquido de ouro fechou a quinta-feira (25) em queda, com o dólar forte impactando compras do metal precioso. Apesar da volatilidade nos mercados acionários hoje, respondendo ao noticiário sobre a pandemia, o ouro não se beneficiou como porto seguro. Analistas apontam realização de lucros, com participantes do mercado vendendo o metal para ganhar liquidez.
Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange, o ouro para agosto encerrou em queda de 0,40%, a US$ 1.775,00 a onça-troy.
Para Carsten Fritsch, economista do Commerzbank, o fato de o ouro estar sofrendo uma leve baixa hoje pode ser um sinal de renovadas "vendas forçadas" para gerar liquidez, "como costuma acontecer durante as fases de aversão ao risco nos últimos três meses".
Em comparação com os episódios anteriores, lembra Fritsch, a queda de preços do ouro até agora foi apenas moderada e além disso, "é perceptível que as quedas no preço do ouro ainda estão sendo vistas pelos investidores como oportunidades de compra".
Para o analista do Commerzbank a queda nos preços do ouro é temporária. "Prevemos novas máximos no futuro próximo".
A Capital Economics também destaca a fraca demanda por ouro na China e na India. "As importações de ouro para a China e a Índia continuam a representar um quadro sombrio em relação à demanda física. Esperamos que os compradores voltem nos próximos meses, embora a procura deva continuar baixa pelos padrões anteriores."
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