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mercado financeiro

Alterada em 22/06 às 16h20min

Ouro fecha em alta com temor de nova onda de Covid-19 e alertas da OMS

Ouro para agosto encerrou em alta de 0,76% nesta segunda-feira

Ouro para agosto encerrou em alta de 0,76% nesta segunda-feira


VISUALHUNT.COM/DIVULGAÇÃO/JC
O contrato de ouro mais líquido fechou em alta nesta segunda-feira (22) com maior busca por ativos de segurança em meio aos temores de novos revezes na retomada, ante o aumento da infecção por coronavírus no mundo, como alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar de países como China e Europa afirmarem que o vírus está sob controle, na América e África o aumento veloz de casos preocupa, além do retorno da doença na Coreia do Sul. A fraqueza do dólar, hoje, também contribuiu para o ganho de preço do ouro.
O contrato de ouro mais líquido fechou em alta nesta segunda-feira (22) com maior busca por ativos de segurança em meio aos temores de novos revezes na retomada, ante o aumento da infecção por coronavírus no mundo, como alertou a Organização Mundial de Saúde (OMS). Apesar de países como China e Europa afirmarem que o vírus está sob controle, na América e África o aumento veloz de casos preocupa, além do retorno da doença na Coreia do Sul. A fraqueza do dólar, hoje, também contribuiu para o ganho de preço do ouro.
Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange, o ouro para agosto encerrou em alta de 0,76%, a US$ 1.766,40 a onça-troy, no melhor resultado em quase dez semanas.
A busca pela segurança do ouro teve como gatilho o alerta da OMS, anunciando maior aumento em um único dia nos casos de covid-19 no domingo, com grande parte desse aumento vindo das Américas, enquanto a Coreia do Sul declarou, nesta segunda-feira, o ressurgimento do vírus na forma de uma "segunda onda".
"O aumento nos preços do ouro pode ser explicado por preocupações com a disseminação contínua do coronavírus, após a Organização Mundial da Saúde ter registrado um recorde de novos casos em todo o mundo ontem", afirma Carsten Fritsch, do Commerzbank
Para o economista, a tendência está sendo impulsionada principalmente pela América do Norte e do Sul. "Além do Brasil, Peru, Chile e México, vários Estados dos EUA também estão lutando contra o vírus".
Fritsch aposta no apelo crescente ao governo dos EUA para implementar medidas adicionais de estímulo, "especialmente porque o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Jerome Powell, já havia sinalizado mais estímulos fiscais durante testemunho virtual perante o Congresso dos EUA na semana passada", afirma o analista do Commerzbank.
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