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gestão

- Publicada em 03h00min, 18/06/2020.

Home office passa a ser tendência no trabalho

Adriana Lampert
Juntamente com as transformações digitais necessárias, o formato de trabalho em home office é uma das tendências do mundo corporativo pós-pandemia. A afirmação é do presidente da Icatu/Rio Grande Seguros e Previdência, César Saut, convidado pela Federasul para participar do Tá Na Mesa on-line desta quarta-feira. Tratando sobre os impactos da pandemia nos setores de seguros e logística, e na humanidade, o encontro também contou com a presença do diretor-presidente da WilsonSons/Tecon Rio Grande, Paulo Bertinetti, e foi mediado pela presidente da entidade, Simone Leite.
Juntamente com as transformações digitais necessárias, o formato de trabalho em home office é uma das tendências do mundo corporativo pós-pandemia. A afirmação é do presidente da Icatu/Rio Grande Seguros e Previdência, César Saut, convidado pela Federasul para participar do Tá Na Mesa on-line desta quarta-feira. Tratando sobre os impactos da pandemia nos setores de seguros e logística, e na humanidade, o encontro também contou com a presença do diretor-presidente da WilsonSons/Tecon Rio Grande, Paulo Bertinetti, e foi mediado pela presidente da entidade, Simone Leite.
"Estamos antecipando o futuro que vinha sendo postergado, e precisando implementar em tempo recorde alternativas de trabalho em casa e inovações tecnológicas que vinham sendo proteladas", disse Saut. O presidente da Icatu/Rio Grande Seguros destacou que, na companhia, o home office foi implementado para 70% dos colaboradores, mas salientou que a mudança não deve ser radical. "É o momento de saber equilibrar, metade das coisas pode ser resolvida de forma digital, já percebemos que não precisa uma rotina de muitas viagens para reuniões, que podem ser feitas em salas virtuais - inclusive com mais rendimento."
"O home office é a tendência de novos formatos do mundo do trabalho. O ganho disso se dá nas relações, que passam a ser mais pessoalizadas, ainda que não presenciais", concordou o diretor-presidente da Wilson Sons/Tecon Rio Grande, Paulo Bertinetti. Para ele, a automação é um processo irreversível e deve ser encarada "sem temor". "Todas estas mudanças nos levam também a entender que o mundo do trabalho passa a ser mais colaborativo."
Ainda de acordo com Bertinetti, é preciso que os gestores de empresas tenham uma postura mais otimista, saibam se reinventar para conter custos e trabalhem "unindo esperança e pragmatismo". Ele criticou a forma como os governos vêm lidando com a pandemia, e sugeriu uma maior cobrança por parte do setor empresarial junto aos gestores públicos. 
Saut, da Icatu, também falou da necessidade de as empresas serem mais resilientes e de primarem pelo respeito ao consumidor. "Vivemos um momento no qual as pessoas estão mais impacientes, emocionalmente abaladas e com alto nível de exigência, e precisamos entender isso." No que se refere ao mercado de seguros e previdência, Saut destacou que um dos "saldos positivos" da epidemia do novo coronavírus foi o aumento de consciência da população da "necessidade de poupar recursos".
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