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Mercado imobiliário

- Publicada em 03h00min, 05/06/2020.

Financiamento imobiliário cresce 22,6%

Os financiamentos para a compra e a construção de imóveis no País atingiram R$ 6,7 bilhões em abril, queda de 0,4% em relação março e alta de 22,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados foram publicados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
Os financiamentos para a compra e a construção de imóveis no País atingiram R$ 6,7 bilhões em abril, queda de 0,4% em relação março e alta de 22,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados foram publicados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip).
O resultado de abril sugere que a crise do novo coronavírus ainda teve um impacto muito pequeno ou até mesmo neutro sobre o setor de crédito imobiliário, avaliou a associação. Isso porque o volume de empréstimos concedido em abril - o primeiro mês completo sob isolamento social - foi semelhante ao registrado nos dois meses anteriores.
Os empréstimos entre janeiro e abril atingiram R$ 26,95 bilhões, um avanço de 27,9% em relação ao mesmo quadrimestre do ano passado. Segundo a Abecip, isso indica que a quarentena teve pouca influência na atividade do setor. No acumulado dos últimos 12 meses até abril, os empréstimos somaram R$ 84,59 bilhões, alta de 33,9% em relação ao apurado nos 12 meses anteriores.
A pesquisa mostrou também que foram financiados em abril a aquisição e a construção de 23,6 mil imóveis, resultado 7,8% inferior ao de março e 15,7% maior do que o apurado em abril de 2019. No quadrimestre, foram financiadas 102,72 mil unidades, resultado 22,2% maior que o de igual período de 2019. E nos últimos 12 meses, os financiamentos viabilizaram 316,6 mil imóveis, alta de 25,8% em relação aos 12 meses anteriores.
A Caixa Econômica Federal liderou a concessão de financiamentos imobiliários no acumulado do ano, com R$ 10,688 bilhões em desembolsos. Em seguida vieram Bradesco (R$ 5,962 bilhões), Itaú Unibanco (R$ 5,169 bilhões), Santander (R$ 3,642 bilhões) e Banco do Brasil (R$ 753,5 milhões).
 
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