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mercado financeiro

- Publicada em 17h23min, 26/05/2020. Alterada em 17h23min, 26/05/2020.

Petróleo fecha em alta com expectativa de retorno da demanda e queda da covid-19

O petróleo WTI para julho fechou em alta de 3,31%, a US$ 34,35 o barril, na Nymex

O petróleo WTI para julho fechou em alta de 3,31%, a US$ 34,35 o barril, na Nymex


MAHMUD TURKIA/AFP/JC
Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta terça-feira (26), com expectativas de retomada da demanda pela commodity com a abertura de economias e a queda no número de novos casos de Covid-19. A notícia de que mais uma vacina começa a ser testada em humanos também ajudou a sustentar o otimismo entre os participantes do mercado.
Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta terça-feira (26), com expectativas de retomada da demanda pela commodity com a abertura de economias e a queda no número de novos casos de Covid-19. A notícia de que mais uma vacina começa a ser testada em humanos também ajudou a sustentar o otimismo entre os participantes do mercado.
O petróleo WTI para julho fechou em alta de 3,31%, a US$ 34,35 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já Brent para agosto subiu 1,72%, a US$ 36,74 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Os sinais de recuperação da demanda, e também os cortes na oferta já anunciados por países produtores de petróleo, adicionam combustível ao aumento dos preços do da commodity, afirma relatório do Julius Baer. "O mercado de petróleo recuperou a confiança muito mais rápido do que o previsto. Os cortes de produção na América do Norte e no Oriente Médio, combinados com sinais de rápida recuperação da demanda, afastam os temores sobre um mercado transbordante de petróleo", observa o banco suíço.
A notícia divulgada nesta segunda, 25, de que mais uma vacina contra a Covid-19 será testada em humanos, renovou expectativas pelo retorno forte da demanda. O Danske Bank afirma que "a demanda começou a melhorar à medida que as principais economias consumidoras de petróleo reabrem de forma gradual". Mas alerta que ainda há "algum terreno a ser coberto antes que o consumo do óleo seja totalmente restaurado".
O Commerzbank acredita numa escalada dos preços do petróleo, mas destaca os problemas no mercado de xisto americano. "É questionável se o aumento mais recente dos preços já ajudará o setor de petróleo de xisto dos EUA de maneira decisiva no curto prazo. Seus problemas de financiamento simplesmente parecem grandes demais", afirma.
O banco alemão avalia que a exploração, perfuração e comissionamento de poços de petróleo americano "requerem financiamento inicial. E sem novas explorações, não pode haver produção de óleo de xisto", acrescenta.
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